Vida Urbana

Total de pessoal ocupado no comércio da Paraíba cresce 16,1% em 10 anos

Comparativo foi feito por meio da Pesquisa Anual do Comércio, divulgada pelo IBGE.




Rua Maciel Pinheiro Campina Grande (Foto: Leonardo Silva/Arquivo)

Foto: Leonardo Silva/Arquivo

O total do pessoal ocupado no comércio paraibano teve alta de 16,1% em 10 anos, com um acréscimo de 15,4 mil postos de trabalho em 2018, em relação a 2009, de acordo com a Pesquisa Anual do Comércio (PAC), divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (26). O levantamento retrata características estruturais da atividade no país, com o objetivo de auxiliar a análise e planejamento econômico das empresas do setor privado e dos diferentes níveis de governo.

Apesar do crescimento, na comparação entre 2017 e 2018, houve uma redução de 5,1%, com diminuição de, aproximadamente, 6 mil postos de trabalho nas empresas comerciais. Nesse mesmo período, o número de unidades locais existentes no estado caiu 1,9%, com uma redução de 422 estabelecimentos. Em relação a 2009, a retração foi um pouco maior, de 2,5%, com um saldo negativo de 560 unidades.

Em 2018, a pesquisa indica que a maioria das pessoas, cerca de 75,5%, estava ocupada no comércio varejista, enquanto outros 16,2% trabalhavam no atacadista e 8,3% no de veículos, peças e motocicletas.

Ao todo, o comércio paraibano alcançou aproximadamente 44 bilhões de receita bruta de revenda e de comissões sobre vendas, no ano pesquisado. Nesse montante, o setor de varejo teve uma participação de 55,4%; seguido pelo ramo do atacado, com 36,3%; e o comércio de veículos, peças e motocicletas, com 8,3%. No cenário geral do Nordeste, a Paraíba tem uma participação de 7,2%, com um leve crescimento de 0,4 pontos percentuais, frente ao que representava em 2009 (6,8%).

Já o total da margem de comercialização, que resulta da diferença entre a receita líquida de revenda e o custo das mercadorias revendidas, foi de R$ 7,9 bilhões na Paraíba, sendo o grupo varejista responsável por 64,2%; o atacadista por 27,7% e o de veículos, peças e motocicletas por 8,1%.


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