Vida Urbana

STTP anuncia projeto de metrô para Campina

STTP em Campina Grande anuncia projeto que visa implantar sistema de Veículo Leve sobre Trilhos – VLT  na cidade.




Os campinenses que dependem do transporte público para se locomover poderão ser beneficiados com a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT mobile), uma espécie de metrô de superfície, que deverá melhorar a mobilidade urbana na cidade, beneficiando diretamente a população de nove bairros, além do distrito de Galante.

O anúncio foi feito pelo superintendente da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), Salomão Augusto.

“Estamos iniciando o projeto de viabilidade técnica, mas já nos reunimos com a empresa responsável pela fabricação e instalação do VLT e o resultado foi muito animador, percebemos que há condições de implantar o sistema na cidade”, ressaltou.

De acordo com Salomão, Campina possui uma malha ferroviária que atravessa os bairros de Bodocongó, Pedregal, Malvinas, Quarenta, São José, Estação Velha, Tambor, Catolé, Distrito Industrial, além do distrito de Galante. “Essa rede ferroviária é de boa qualidade e poderia ser utilizada, reduzindo os custos com a implantação do VLT; iremos buscar parceria com a Rede Ferroviária do Nordeste para viabilizar isto”, explicou.

Para o superintendente, a implantação do veículo sobre trilhos irá beneficiar diretamente os estudantes das universidades públicas da cidade, da Escola Técnica Redentorista, no bairro de Bodocongó, além da população dos bairros citados, sendo possível também fazer ramificações com os terminais de integração da cidade. “O sistema irá contribuir ainda para a valorização imobiliária e a melhoria da mobilidade urbana nestas áreas”.

O investimento para a elaboração do projeto é em torno de R$ 40 mil e será custeado pela STTP. A previsão é que o estudo de viabilidade técnica seja concluído em fevereiro, porém, estudos preliminares apontam que o mobile 2, seria indicado para transportar 358 passageiros por viagem, levando cerca de 10 mil passageiros em uma hora nos horários de pico. Segundo Salomão, o VLT custa cerca de R$ 15 milhões por quilômetro construído, sendo caracterizado por ser um veículo mais leve que o metrô convencional e mais rápido.


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