Vida Urbana

Sargento morre baleado por outro sargento em alojamento da PM

De acordo com informações da PM, o autor do crime estava embriagado.




Um sargento da Polícia Militar, de 32 anos, foi morto na madrugada desta quinta-feira (15) no interior do alojamento do Centro de Ensino da Polícia Militar da Paraíba, no bairro de Mangabeira. De acordo com o diretor do Centro de Ensino da PM, coronel José Ronildo, o autor do crime foi um sargento. Até as 8h desta quinta-feira, o coronel tinha apurado que o suspeito teria saído do Centro de Ensino para beber em um bar próximo ao local e, ao voltar para o alojamento embriagado, por volta das 0h30, teria disparado acidentalmente a arma, que atingiu o braço e o tórax da vítima, que estava dormindo.

Ainda segundo coronel Ronildo, 34 sargentos estavam no alojamento no momento do crime. De acordo com informações de testemunhas, houve apenas um disparo. “Ele foi manusear sua arma e provavelmente em virtude da bebida alcoólica, não teve domínio e a arma terminou disparando. Só teremos a certeza do que realmente aconteceu após a perícia em local de crime e o exame cadavérico, que é realizado pelo IPC [Instituto de Polícia Científica]”, diz o coronel.

O sargento atingido foi encaminhado para o Hospital de Trauma de João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos. Já o sargento suspeito dos tiros foi detido em flagrante e encaminhado para a carceragem do 1º Batalhão da Polícia Militar, onde aguardará a audiência de custódia, de acordo com a PM. Ainda segundo o diretor do Centro de Ensino, ele não tinha sido interrogado até as 8h devido ao seu estado de embriaguez.

Outro caso na semana passada

No dia 6 de março, um cabo da Polícia Militar foi assassinado por um soldado após uma discussão familiar, em João Pessoa. André Pereira, que trabalhava no 5º Batalhão, morreu após ser baleado por Álvaro Tavares, que atua na 6ª Companhia Independente de Cabedelo. O crime teria ocorrido por conta de uma discussão familiar. O soldado foi preso logo depois e levado para a Central de Flagrantes da Polícia Civil, mas acabou sendo liberado para responder em liberdade. Segundo o major Kelton Pontes, isso aconteceu pelo fato de ele ter se apresentado voluntariamente.


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