Vida Urbana

'Queremos uma UFCG compatível com nossos anseios', diz Antônio Fernandes

JORNAL DA PARAÍBA inicia hoje série de entrevistas com postulantes à reitoria.




Foto: Arquivo Pessoal

O professor Antônio Fernandes Filho, candidato a reitor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), é formado em Farmácia Bioquímica pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e doutor em Farmácia pela Universidade de São Paulo (USP). Candidato pela ‘Chapa 1 – UFCG Inovadora, inclusiva e descentralizada’, Antônio abre a série do JORNAL DA PARAÍBA com os três postulantes ao cargo de reitor. A sequência é por ordem alfabética.

Antônio Fernandes Filho é professor associado da UFCG, nos cursos de Enfermagem e Medicina, e atua nas áreas de Bacteriologia Médica, Infecção hospitalar e biotecnologia. Atualmente, ele também exerce a função de diretor do Centro do Campus da UFCG no município de Cajazeiras, Sertão do estado, e para concorrer à reitoria tem como candidato a vice-reitor o professor Mario Eduardo Rangel Moreira Cavalcanti Mata.

Entre as principais propostas de Antônio Fernandes está criar uma gestão descentralizada e com olhar para o capital humano. Ele pretende investir em prol dos servidores, tanto docentes quanto técnico-administrativos, e em serviços para alunos e sociedade no geral.

“Temos uma proposta que pensa a UFCG em sua estrutura multi campi, presente em boa parte do estado. Queremos planejar a execução do plano de desenvolvimento institucional, a partir da elaboração do planejamento estratégico que priorize a valorização do capital humano proposto, pelas pessoas que compõem a UFCG em todos os seus segmentos. Queremos formar equipes de trabalho compostas por professores escolhidos por competência, experiência e habilidade na resolução de problemas, com capacidade de escuta e diálogos”, disse.

O professor também defende a maior realização de diálogo, para possibilitar a interlocução entre os campi, cursos e pessoas. Como exemplo da falta de interlocução, Antônio falou sobre a oferta dupla de vários cursos que, segundo ele, não é comunicada.

“É necessário urgentemente definir e implantar uma política de comunicação abrangente que seja inclusiva, que valorize a interlocução entre os campi, cursos e pessoas. Temos vários cursos com dupla oferta e que não se comunica. Precisamos possibilitar o acesso e acompanhamento de todos os órgãos com transparência, descentralizar a gestão operacional e a execução de recursos em toda a UFCG. Também temos que estabelecer um diálogo entre a universidade e a sociedade.”, comentou.

Por fim, Antônio Fernandes reforçou a criação de planos e metas para cada segmento, como para a assistência estudantil e para o combate à evasão dos alunos, par que eles não tenham apenas uma formação adequada, mas também tenham meios que possibilitem dignidade.

“Temos planos e metas pra cada segmento, com escuta mais próxima aos estudantes, acolhendo tanto quem está ingressando quanto o que está prestes a sair, e tentando combater a evasão e dar toda assistência necessária para o que o estudante tenha não só a formação adequada, mas meios para ter a formação adequada e dignidade. Estamos oferecendo à comunidade acadêmica nossa experiência. Construímos um projeto que prevê ações para cidadania, que quer uma universidade inovadora, inclusiva, descentralizada e com uma estrutura compatível com nossos anseios.”, finalizou.

Sob supervisão de Jhonathan Oliveira*


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