Vida Urbana

Professores e servidores da educação decidem manter greve em Campina Grande

Movimento foi iniciado pelos trabalhadores no último dia 1º de fevereiro.




Professores e servidores da educação decidem manter greve em Campina Grande. Foto: Francisco França/Arquivo

Em greve desde o dia 1º de fevereiro, os professores e servidores da educação de Campina Grande decidiram manter a paralisação das atividades. A assembleia que tomou a deliberação ocorreu nesta terça-feira (9), realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste e Borborema (Sintab). Até o momento, segundo a categoria, a Secretaria de Educação de Campina Grande não respondeu as reivindicações do movimento.

Segundo o presidente do Sintab, Giovanni Freire, só há condições de retomar as aulas presenciais quando houver vacinação em massa da população, incluindo os trabalhadores da educação. No caso de aulas remotas, a categoria decidiu que para implantar esta metodologia de ensino, a Secretaria Municipal de Educação precisa oferecer condições para que os profissionais e alunos possam ter acesso às aulas.

A entidade declarou que ocorreram duas reuniões com o secretário de Educação, Raymundo Asfora Neto, antes do início do movimento grevista. Nos encontros foram discutidas outras pautas, além do retorno às aulas, mas segundo o Sintab, não se chegou a um acordo.

“Não houve resposta de quando será pago o 14º salário de quem tem direito; de quando serão pagas todas as progressões; de quando a recarga no vale-transporte será feita sem atrasos e de quando o PCCR dos trabalhadores de apoio da educação será efetivado”, disse a vice-presidente do sindicato, Mônica Santos.

A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA procurou a secretaria de Educação de Campina Grande para ter um posicionamento sobre as cobranças dos grevistas. Através da a assessoria, o órgão disse que daria uma resposta ainda nesta terça, mas isso não aconteceu até a publicação da notícia.


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