Vida Urbana

MPPB investiga suposta troca de corpos no Hospital Prontovida, em João Pessoa

Hospital informou que abriu um inquérito na Polícia Civil para investigar o caso.




Foto: Divulgação/Secom-JP

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um procedimento administrativo para investigar uma possível troca de corpos no Hospital Prontovida, em João Pessoa. O caso teria acontecido no mês de junho, e está sendo acompanhado pelo MPPB através da 48ª promotora de Justiça da Capital, Maria das Graças Azevedo, que atua na defesa da saúde.

Na última quarta-feira (1), o MPPB expediu uma recomendação à Prefeitura Municipal de João Pessoa, pedindo que a identificação dos corpos e o registro da localização em que o corpo foi inumado, sejam apresentados. As informações devem estar no Cartório de Registro de Óbito do Município para evita o “fenômeno do desaparecimento da pandemia”.

O Ministério Público também informou que pediu esclarecimento sobre à troca dos cadáveres ao Hospital Prontovida, que tem até cinco dias para dar explicações formais. Um inquérito foi aberto na Polícia Civil para investigar o caso.

Em nota, o Hospital Prontovida informou que assim como prevê o protocolo hospitalar, a família de um dos falecidos chegou a fazer o reconhecimento do corpo. No entanto, o momento era de luto, o que pode ter contribuído para o equívoco.

 

Leia a nota do Prontovida na íntegra:

 

O Hospital Prontovida esclarece que foi notificado pelo Ministério Público da Paraíba nesta sexta-feira (3) sobre a instauração de procedimento administrativo para apurar possível troca de cadáver ocorrida na unidade, no mês de junho, e vai responder às informações solicitadas pelo órgão.

Como prevê o protocolo hospitalar, a família de um dos pacientes chegou a fazer o reconhecimento do corpo. Diante do momento do luto, houve a confirmação pelos familiares, o que contribuiu para o equívoco.

A direção do Prontovida fez a constatação a partir de exames solicitados ao Instituto de Perícia Científica (IPC). Um inquérito também foi aberto na Polícia Civil pelo próprio hospital para que todos os fatos sejam esclarecidos. Além de solicitado ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), pela Procuradoria Geral do Município (PGM), o pedido de exumação do corpo a fim de esclarecer a situação supracitada.


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