Vida Urbana

MPPB instaura procedimentos para acompanhar testagem e atendimento de pacientes com Covid-19 no Litoral Norte

Secretarias de Saúde de Caaporã e Pitimbu têm até três dias para esclarecer questões relacionadas à Covid-19.




Foto: Thilo Schmuelgen/Reuters

O Ministério Público da Paraíba, por meio da Promotoria de Justiça do município de Caaporã, no Litoral Norte do estado, instaurou procedimentos administrativos para acompanhar a testagem e o atendimento precoce de pacientes infectados pelo novo coronavírus na região. Segundo o MP, os procedimentos, instaurados nesta quarta-feira (10), ocorrem em razão do aumento de casos de Covid-19 na Paraíba e especificamente nas cidades de Caaporã e Pitimbu.

De acordo com a promotora de Justiça Miriam Pereira Vasconcelos, seguindo orientações da nota técnica expedida pelo Centro de Apoio Operacional da Saúde do MPPB, as secretarias de Saúde dos municípios serão notificadas, e têm até cinco dias para prestar esclarecimentos sobre diversas questões que envolvem a testagem e o atendimento de pacientes com Covid-19.

Entre as principais informações requisitadas pelo MP, as secretarias devem informar a quantidade de testes da Covid-19 já realizados nos municípios e o local de realização deles; a quantidade de casos de síndrome gripal foram notificados através do e-SUS VE; e como está sendo feita a testagem dos profissionais de saúde; o protocolo de medicamentos que está sendo utilizado no município no tratamento da Covid-19; o procedimento para os pacientes receberem os medicamentos que os médicos estão prescrevendo; e se há algum medicamento que está sendo prescrito pelos médicos no tratamento da doença que os munícipes estão tendo dificuldade em receber.

Ainda segundo a recomendação do MP, as secretarias de Saúde de Caaporã e Pitimbu também devem informar em quais locais do município está havendo o atendimento a pacientes suspeitos de Covid-19 e em quais os pacientes com outras doenças; como está o monitoramento dos pacientes após a consulta médica dos casos não graves; e se o município dispõe de aparelho próprio para realizar o eletrocardiograma (ECG), radiografia e tomografia.


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