Vida Urbana

'Defendemos o resgate da democracia interna da UFCG', diz John Kennedy, candidato a reitor

Candidato à reitoria pela ‘Chapa 2’ é o segundo ouvido em série de entrevistas do JORNAL DA PARAÍBA.




Foto: Divulgação

John Kennedy Guedes Rodrigues é professor titular do Departamento de Engenharia Civil e Arquitetura, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Junto com o professor Marcus Vinicius Lia Fook, ele compõe a ‘Chapa 2 – UFCG Plural e Democrática’, e concorre à reitoria da instituição nas eleições deste ano. Seguindo a ordem alfabética, o JORNAL DA PARAÍBA ouviu as principais propostas de John Kennedy.

O professor John Kennedy é graduado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), doutor pela Universidade de São Paulo (USP), e pós-doutor no Laboratoire Central des Pontes et Chaussées, da França. Ele leciona na UFCG há mais de 29 anos, e atualmente é diretor do Centro de Tecnologias e Recursos Naturais da UFCG, que engloba seis cursos relacionados às áreas de engenharia e meio ambiente, como Engenharia Civil e Meteorologia.

Segundo John Kennedy, seu principal objetivo enquanto gestor será centralizar as ações administrativas em prol da formação dos alunos, tanto na graduação quanto na pós-graduação. Ele defende a autonomia universitária e pretende levantar bandeiras de luta pela educação pública gratuita e de excelência.

“A nossa proposta de trabalho está baseada em princípios e compromissos políticos em defesa da educação pública, laica, gratuita e de excelência, como bem social e instrumento de compreensão e transformação da realidade de nossa sociedade. Nós defendemos a autonomia universitária e o resgate à democracia interna da UFCG.”, comentou.

John Kennedy também propõe a modernização dos espaços físicos da UFCG. Para ele, a partir de uma universidade reestruturada os professores podem formar os alunos de maneira ainda melhor.

“Propomos um sistema de gestão da informação para modernizar a universidade e integrar todos os campi da UFCG. Queremos reestruturar as salas de aula e laboratórios de ensino, para que os professores possam formar bem os nossos alunos.”, disse.

O professor também destacou que pretende discutir o orçamento universitário, de modo a definir prioridades, ainda nos primeiros momentos de sua gestão, que tenham efeitos à curto, médio e longo prazo.

“A partir da criação de conselhos e câmaras, queremos discutir o orçamento de toda a universidade, para que possamos definir as prioridades a curto, médio e longo prazo. Defendemos nossa candidatura a partir da consolidação de nossa experiência de mais de 29 anos de sala de aula. Trabalhamos no ensino, na pesquisa e na pós graduação, e entendemos que quem deve administrar a universidade é quem realmente a faz.”, concluiu.

Sob supervisão de Jhonathan Oliveira*


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