Vida Urbana

Comerciantes de Patos fazem novo protesto pela reabertura de lojas do comércio e serviços

Movimentação ocorreu por causa do recuo da Prefeitura de Patos na flexibilização do isolamento social.




Comerciantes de Patos fazem novo protesto pela reabertura de lojas do comércio e serviços. Foto: Reprodução

Comerciantes realizaram um novo protesto nesta sexta-feira (3), no Centro de Patos, no Sertão da Paraíba, por causa da desistência da Prefeitura Municipal em reabrir estabelecimentos de comércio e serviços da cidade durante esta semana. Outro movimento já havia ocorrido no dia 8 de junho, onde os comerciantes que possuem lojas no Mercado Central da cidade pediam medidas de flexibilização para que os estabelecimentos fossem reabertos.

Ao JORNAL DA PARAÍBA, a Prefeitura de Patos informou que um novo decreto será publicado até o dia 15 de julho, pois ocorreu a revogação do documento anterior que flexibilizava outros segmentos, como lojas do varejo, shoppings e galerias. Sobre o recuo na flexibilização, a Prefeitura disse que órgãos fiscalizadores recomendaram ao prefeito não abrir os segmentos citados, com o objetivo de compatibilizar as restrições afixadas no Plano Novo Normal da Paraíba.

Os participantes do ato desta sexta alegaram que muitos estabelecimentos da cidade promoveram intervenções, assim como aconteceu em outras cidades, visando a possibilidade de atender os clientes com segurança. Outra alegação é que as fiscalizações em Patos não estão acontecendo de forma efetiva, o que segundo os lojistas, tem impedido uma reabertura gradual e responsável.

Os comerciantes também falaram, durante a manifestação, que grandes lojas da cidade continuam abertas, mesmo sem comercializarem produtos considerados essenciais para a vida humana.

“Nós estamos pedindo ao prefeito que reabra as lojas. Nossos estabelecimentos estão todos preparados para atender os clientes com segurança. Temos álcool em gel, não pode entrar sem máscara, colocamos proteções em acrílico e capacitamos os nossos funcionários. Eu estou sufocado com as dívidas, tanto que já demiti seis funcionários e do jeito que vai, vou ter que demitir mais”, disse o lojista Pietro Ferreira, em entrevista à TV Sol.


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