Vida Urbana

Coleta de lixo está suspensa em cerca de 30% da cidade de João Pessoa, diz Emlur

A Prefeitura Municipal de João Pessoa informou que o problema, causado por atraso em processo de licitação, será resolvido até a próxima sexta (31).




Cerca de 30% da cidade de João Pessoa não tem recebido a coleta de lixo de maneira regular desde a última quinta-feira (23). Moradores de bairros como Castelo Branco, Cidade Universitária, Bairro das Indústrias, Jardim Planalto, Bancários, Cristo Redentor, Rangel, Jaguaribe e Cruz das Armas fizeram reclamações pelo acúmulo de resíduos nas calçadas.

O superintendente da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), Lucius Fabiani, explicou que o problema teve início por conta de um atraso em um processo licitatório, que ainda está em curso. Um contrato firmado entre a PMJP e a Marquise Ambiental, que dá conta de um dos lotes da cidade, chegou ao fim antes da licitação, que vai renovar os contratos.

Devido ao rompimento imediato, a prefeitura municipal da capital precisou realizar um contrato emergencial para resolver um problema. “Conseguimos assinar esse contrato ainda na sexta-feira, mas leva tempo até que equipamentos, veículos e equipes da nova empresa cheguem à cidade e comecem a atuar”, explicou Lucius.

Um novo processo licitatório, que deve dividir a cidade de João Pessoa em quatro lotes de coleta de lixo, está sendo desenvolvido pela Prefeitura Municipal da cidade, ainda de acordo com Lucius Fabiani. Um dos lotes será gerido pela própria Emlur, e por isso não deve entrar na licitação, enquanto os outros três lotes serão licitados para que as empresas vencedoras façam a coleta pelos próximos quatro anos.

Segundo a Emlur, a situação dos bairros que estão sem receber coleta de lixo regularmente está bem melhor nesta segunda-feira (27), e os problemas estão sendo resolvidos aos poucos. Conforme a Prefeitura Municipal de João Pessoa, tudo estará normalizado entre a quarta-feira (29) e a sexta-feira (31). 

A licitação que está em atraso deve ser concluída em um prazo de 30 dias. O JORNAL DA PARAÍBA entrou em contato com a empresa Marquise Ambiental por meio do número de telefone disponível na internet, mas as ligações não foram atendidas.


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