Vida Urbana

Cartaxo autoriza início da elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana da Capital

Orçamento destinado para a elaboração do Plano Diretor é de R$ 3,3 milhões.




O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), autorizou, nesta segunda-feira (22), o início da elaboração de um Plano Diretor de Mobilidade Urbana. O orçamento destinado para a elaboração do Plano Diretor é de R$ 3,3 milhões.

O objetivo do projeto é pensar o trânsito e transporte de forma planejada para os próximos anos, de forma sustentável e que melhore não apenas a qualidade de vida da população, mas também permita o desenvolvimento da cidade.

O projeto será elaborado pelas empresas Concremat Engenharia, Sistran e Comap Consultorias, que formam o consórcio vencedor.

O Plano Diretor de Mobilidade Urbana vai fazer um diagnóstico técnico das condições de mobilidade da capital, com os municípios vizinhos da microrregião, e definir diretrizes e propostas para atender as necessidades de deslocamento da população, dentro de um conceito de mobilidade urbana sustentável.

Para isso, a elaboração vai passará por diversas fases que vão incluir reuniões regionais com moradores, instituições, como universidades e conselhos, e representantes do Poder Legislativo, além de audiências públicas.

“Teremos um conjunto de ações bem planejadas na área da mobilidade urbana para que o pedestre, o ciclista, o usuário do transporte público coletivo e o que utiliza seu veículo particular tenham um projeto de planejamento para os próximos anos. Era um déficit que a cidade tinha, mas que estamos conseguindo superar com planejamento porque é dessa forma que a cidade vai se preparar para chegar a um milhão de habitantes”, afirmou o prefeito Luciano Cartaxo.

O coordenador de Contratos da Concremat Engenharia (líder do consórcio), Carlos Henrique Pires, destacou que o projeto irá utilizar técnicas avançadas de engenharia.

“Vamos criar o Plano de Mobilidade para a microrregião de João Pessoa, contemplando diversos aspectos na área de trânsito, transporte, áreas social e ambiental, para que a gente possa em comum acordo com a sociedade civil, equipe técnica e com todos os entes que têm interesse, elaborar o melhor plano, utilizando as melhores técnicas de engenharia e considerando as variáveis quantitativas e qualitativas e, principalmente, a sustentabilidade ambiental, social e econômica”, afirmou. 


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