Vida Urbana

Alta do custo de vida em João Pessoa desacelera em julho

Resultado mensal foi inferior ao apresentando em junho, segundo o Ideme.




O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da cidade de João Pessoa subiu em média 0,45% no mês de julho em relação a junho, ficando os acumulados no ano em 8,96% e 15,18% nos últimos doze meses. De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme), o resultado mensal foi bem inferior ao apresentado em junho, quando se registrou uma alta de 1,09%. Números foram divulgados nesta quinta-feira (11).

Apesar dessa desaceleração, dos sete grupos que compõem o estudo, mais conhecido como custo de vida, cinco apresentaram desempenhos positivos no mês de julho: Alimentação (0,55%), Saúde e Cuidados Pessoais (4,62%), Habitação (0,89%), Serviços Pessoais (0,70%) e Transporte e Comunicação (0,18%). Enquanto dois grupos apresentaram queda nos preços médios dos produtos e serviços, foram eles: Vestuário (1,26%) e o grupo Artigos de Residência (1,15%).

No grupo Alimentação, o acréscimo foi influenciado, principalmente, pelo aumento de preços corrido nos cereais (6,19%), com destaque para as altas registradas no feijão mulatinho (14,53%) e feijão macáçar (6,93%). Além desses, também registram aumento de preços na capital paraibana produtos como: leite e derivados (5,32%) e farinhas, féculas e massas (4,74%), entre outros.

No grupo Saúde e Cuidados Pessoais, o desempenho positivo foi registrado, sobretudo, devido ao aumento de preços médios de itens como: óculos e lentes (11,73%), serviços médicos (9,84%), produtos farmacêuticos (4,19%) e higiene e cuidados pessoais (3,39%). No grupo Habitação a elevação foi impulsionada pela alta de preços nos itens: aluguel, condomínio e impostos (0,97%) e artigos de limpeza (0,73%).

Já o grupo Serviços Pessoais, que registrou aumento em julho de 0,70%, sofreu influência de acréscimos de preços médios nos itens: leitura (1,30%), recreação e serviços pessoais (0,21%). Enquanto o grupo Transporte e Comunicação registrou alta devido ao reajuste de preços nos transporte público (2,87%) e, em especial, no aéreo que registrou um aumento de 50,21% no preço médio de passagens. A pesquisa pode ser conferida na íntegra no site do Ideme.


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