Vida Urbana

Adaptação aos sons é principal desafio

Pacientes que se submetem ao implante coclear precisam passar por processo de readaptação, diz fonoaudióloga.




A maioria dos pacientes atendidos pela equipe da PMJP perdeu a audição ao longo da vida. “O desafio é fazer com que eles voltem a se adaptar à vida com sons, pois o cérebro esqueceu a função auditiva”, disse a fonoaudióloga Cristiane Baracuhy.

A dona de casa Danielle Rodrigues fez o implante há quatro meses e define a experiência como “o implante da alegria”.

Segundo a paciente, é um processo muito gratificante, que devolve a possibilidade de executar com normalidade as atividades do cotidiano. “Passei cinco anos sem audição e à espera de um aparelho auditivo, até que soube do projeto da PMJP. Depois da cirurgia, tudo na minha vida melhorou; a relação com meus filhos e o meu humor são outros”, disse.

Submetida há dois meses ao processo cirúrgico, a secretária Fátima Alves ressaltou a eficiência no trabalho como um dos pontos mais positivos de ter se submetido ao transplante coclear.

“É uma situação muito desgastante você poder ouvir e, ao longo da vida, perder a audição. Esse projeto trouxe de volta a minha alegria e a minha vontade de fazer bem minhas atividades”, acrescentou.


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