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PSDB apresenta fotos e vídeo do suposto crime eleitoral

Marcos Pires declarou que eles não estão interessados em saber por quem o vídeo foi feito e sim se houve ou não um crime eleitoral.




Da Redação

Em coletiva à imprensa durante a tarde desta segunda-feira (29), o advogado da coligação encabeçada por João Gonçalves (PSDB), Marcos Pires, rebateu declarações dadas pelos advogados da coligação de Ricardo Coutinho (PSB) e apresentou fotos e o vídeo que foi analisado pela Polícia Federal como provas do suposto crime eleitoral.

Marcos Pires declarou que eles não estão interessados em saber por quem o vídeo foi feito e sim se houve ou não um crime eleitoral. “O que importa não é quem produziu o vídeo, o que é importa é o crime eleitoral”, declarou. O vídeo seria uma gravação de uma festa do sindicato dos motoristas, no dia 27 de julho, onde teria sido flagrado um suposto crime eleitoral.

Citando o Código de Processo Civil, o advogado afirmou que outra perícia precisa ser feita, pois segundo o código, a perícia com valor em juízo deve ser pedida pelo juiz. Para o advogado que representa o PSDB, a perícia pedida pelo promotor Amadeus Lopes respondeu somente aos quesitos que interessavam ao promotor. “O promotor queria se convencer de um determinado ponto. Ele se prendeu à origem das imagens”, disse o advogado.

Marcos Pires informou que existe uma ação sobre o caso ajuizada pela coligação “Por Toda João Pessoa”, que ainda corre judicialmente. Segundo ele, independente do arquivamento do outro processo, a Aije que foi encaminhada ao juiz pela coligação no dia 29 de julho continua correndo judicialmente.

Provas – A assessoria do candidato do PSDB, João Gonçalves apresentou o vídeo que foi investigado pela Polícia Federal (veja parte do vídeo ao lado). Segundo a assessoria do candidato, eles só tiveram acesso ao vídeo agora e que as imagens, se não houve montagem, comprovam o crime eleitoral independente de quem as fez. “Queremos saber a verdade”, disse o advogado afirmando também que já pediram ao juiz a requisição de uma nova perícia.

Além do vídeo, a assessoria apresentou uma série de fotos que teriam sido tiradas na festa do sindicato dos motoristas que mostram primeiramente os brindes com o nome do candidato Ricardo Coutinho e posteriormente as caixas dos brindes com os adesivos retirados. Para a assessoria do candidatos, estas fotos comprovam que não houve montagem quanto à colocação dos adesivos com nomes do candidato Ricardo Coutinho.

O outro lado – Um vídeo apresentado pela coligação encabeçada pelo prefeito e candidato à reeleição Ricardo Coutinho derrubaria a versão dada anteriormente pelo PSDB de que o partido não teria mandado ninguém de sua assessoria para o evento.

Os advogados da campanha de Ricardo concluíram que um homem conhecido apenas por Edemar, o assessor que estaria na festa, seria um "infiltrado" de João para sabotar a candidatura de Ricardo. Eles ofereceram como prova excedente matéria divulgada na imprensa paraibana que atribuía à coligação de João a autoria do vídeo denunciatório.


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