Política

Ricardo dá palestra motivacional para desembargadores e funcionários do TJPB

Gestor participou da última Reunião de Avaliação Estratégica de 2015, nesta segunda-feira (14), no Pleno do TJPB.



Divulgação/Assessoria
Divulgação/Assessoria

A última Reunião de Avaliação Estratégica (RAE) do ano de 2015, realizada na manhã desta segunda-feira (14), no Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, contou com a presença do governador Ricardo Coutinho (PSB). O gestor proferiu palestra motivacional aos desembargadores, juízes e servidores do Poder Judiciário estadual.

O evento foi aberto oficialmente pelo presidente do TJPB, desembargador Marcos Cavalcanti, seguido do discurso de abertura feito pelo desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, gestor do Planejamento Estratégico do TJPB. Em ato contínuo, o juiz Marcos Salles, falando em nome dos magistrados, e Adriano Buriti, em nome dos servidores, falaram acerca de suas experiências durante o trabalho realizado em 2015, na execução de um dos 21 projetos do Planejamento Estratégico.

Coube ao governador Ricardo Coutinho conduzir a segunda parte do evento, com a palestra motivacional. O chefe do Executivo discorreu sobre o tema “A importância do Planejamento Estratégico no Poder Executivo”.

A reunião teve, como objetivo principal, a entrega dos relatórios finais dos projetos priorizados no exercício de 2015, os resultados dos trabalhos e as perspectivas para 2016, contou com a presença da Mesa Diretora do Tribunal de Justiça, de todos os desembargadores, diretores do TJPB, dos 21 magistrados e 21 servidores que estão a frente dos Projetos Estratégicos, dos membros titulares do Comitê de Priorização do 1º grau e dos Comitês Orçamentários de 1º e 2º graus e representantes de outros órgãos.

Para o desembargador Marcos Cavalcanti, a avaliação dos trabalhos nas reuniões mensais para acompanhamento dos projetos no ano de 2015 é positiva. “Foi tudo muito bem estruturado. Cada um elaborando seus projetos, ideias e intenções. É um projeto que visa um melhor planejamento, uma melhor gestão estratégica e uma melhor governança para que o Tribunal, e o poder Judiciário como um todo, possam caminhar para atingir suas metas, melhorar os seus serviços e, principalmente, fazer com que a justiça ande mais rápido.” declarou o presidente

Marcos Cavalcanti ressaltou que o que se espera dos projetos, que serão aplicados nos próximos cinco anos, é que os próximos gestores deem continuidade aquilo que o outro deixou. “Isso significa racionalidade, economia e muito planejamento.”, finalizou.

Palestra do governador

O governador do Estado, Ricardo Coutinho, iniciou seu discurso falando sobre o prazer de participar de um evento com o propósito de evidenciar a importância do Planejamento. “É um prazer estar aqui partilhando da minha experiência como gestor. Esse foi um ano que começou bem, do ponto de vista das expectativas, e que também terminou bem, de certo modo, no que pese a crise política e econômica presente no país. Para 2016, espero construir um novo ano com condições diferentes das que passamos em 1015, que apesar de não visível, enfrentamos muitas dificuldades”, comentou.

Ricardo Coutinho lembrou que, mesmo ante a crise, o Estado da Paraíba, devido as ações do Governo do Estado, com base no Planejamento, fez o “dever de casa”, o que projetou a Paraíba em nível nacional. Segundo o gestor, a Paraíba cresceu mais que a média nacional e, do ponto de vista de investimento e de PIB, foi o primeiro do Nordeste.

O governador revelou, também, que a crise é, de certo modo, provocada por setores interessados em sair ganhando com a situação. Segundo Coutinho, existe dinheiro, principalmente, no setor financeiro, nos bancos, segmentos que ganham muito nos momentos de crise.

O chefe do Executivo estadual falou, também, do Poder Legislativo do país. Para ele, o Legislativo nacional carece, atualmente, de um nome que o represente, vez que está sem representatividade. “Quem responde hoje, com autoridade, pelo Legislativo Nacional?. Não temos hoje, por exemplo, uma figura como Ulisses Guimarães”, afirmou.

Ao final, o governador lembrou que é preciso respeita as regras constitucionais e democráticas vigentes no país, se colocando contra a saída da presidente Dilma Rousseff. “Não se pode querer tirar um gestor, eleito pelo povo, de forma direta, através do voto, apenas por estar o mesmo passando por um momento de impopularidade”, argumentou.


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