Política

Mapeamento de obras paradas começa por Cajazeiras

Ideia é fazer plenárias em cada uma das 13 regiões geo-administrativas do estado para descobrir quais as metas apontadas como prioritárias pelos prefeitos, sindicalistas




Da Assossoria

O Plano de Reconstrução da Paraíba irá começar pela cidade de Cajazeiras neste sábado (6), a partir das 9h na Câmara Municipal da cidade. O Plano irá mapear obras paralisadas e ainda metas prioritárias apontadas pela sociedade organizada para o desenvolvimento de cada região. A ideia é fazer plenárias em cada uma das 13 regiões geo-administrativas do estado para descobrir quais as metas apontadas como prioritárias pelos prefeitos, sindicalistas e representantes dos mais diversos segmentos.

Na reunião estão confirmadas as presenças do secretário do Planejamento e Gestão, Ademir Alves de Melo, do prefeito de Cajazeiras, Léo Abreu, do deputado Jeová Campos e vereadores.

Também estarão presentes o presidente da Câmara Municipal de Cajazerias e representantes da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater-PB), além de gestores dos municípios de Bernardino Batista, Bom Jesus, Bonito de Santa Fé, Cachoeira dos Índios, Carrapateira, Monte Horebe, Poço Dantas, Poço José de Moura, Santa Helena, Santarém, São João do Rio do Peixe, São José de Piranhas, Triunfo e Uiraúna). A cidade de Cajazeiras faz parte da nona região que congrega 15 municípios.

O Plano – O secretário Ademir de Melo explica que um plano é muito mais do que um documento. "O plano é um documento que expressa um sentir social. Vamos chamá-lo num primeiro momento de Plano de Reconstrução da Paraíba, cujo período de execução deve ser de 2009 a 2010. Ainda assim, não nos limitaremos a elaboração de um plano de reconstrução da PB, nós teremos um empenho muito grande no sentido de apresentarmos ao governo propostas de elaboração de um estudo para execução de programas estratégicos e estruturantes de longo prazo", frisa.

"Serão programas que permitirão dar uma nova dimensão ao processo de desenvolvimento estratégico da Paraíba", ensina. Para o secretário o planejamento participativo significa um grande avanço na Paraíba, mas também impõe alguns riscos. "Riscos, no entanto, só não corre quem não faz nada", brinca.

Questionado quais seriam esses riscos, Ademir esclarece:  "O risco de encontrarmos propostas difíceis de serem executadas e, do ponto de vista do planejamento, não serem essenciais", argumenta. Melo ressalta as doze regiões da Paraíba terão o seu elenco de programas e projetos definidos para execução. Mas, naturalmente, que os interesses do estado se sobrepõem aos interesses regionais e locais.


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