Política

Famup e Grupo Miriri discutem implantação do ‘Movimento Abraçar’ no Litoral Norte

Ação atua na formação da crianças com base nos valores humanos por meio da educação.




Foto: divulgação

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) e Grupo Miriri discutiram na última quinta-feira (30) a possibilidade de implementação do ‘Movimento Abraçar’ nos municípios do Litoral Norte do estado. O projeto, que foca na formação do caráter das crianças com base nos valores humanos universais por meio da educação, foi defendido e apresentado ao presidente George Coelho pelo diretor presidente do Grupo Miriri, Gilvan Morais Sobrinho, que pediu o apoio da Famup e dos municípios para implementar as ações em prol das crianças.

O ‘Movimento Abraçar’ que está há 14 anos em funcionamento no Brasil trabalha na formação do caráter com base nos valores humanos, onde a criança passa em torno de 800 horas durante seu período na escola (dos dois aos cinco anos), atuando em oficinas vinculadas aos valores humanos. O projeto é montado nas escolas e em parceria com as famílias, dividindo responsabilidades para as partes quanto à educação das crianças.

Segundo George Coelho, a Famup atua diretamente com a valorização e formação do ser humano junto aos municípios paraibanos. Para ele, o ‘Movimento Abraçar’ fortalece ainda mais a importância de se oferecer uma educação de qualidade, mas sobretudo humanizada. “Precisamos atuar em conjunto para deixar para nossos netos um lugar que seja possível viver em paz e que cada ser humano possa sonhar com a sua realização. Por isso, enaltecemos a importante participação do Doutor Gilvan Morais e do setor privado nesse projeto, justamente de uma grande empresa que atua no agronegócio”, disse.

De acordo com o diretor presidente do Grupo Miriri, Gilvan Morais, o objetivo principal do ‘Movimento Abraçar’ é a formação do caráter das crianças por meio de ações pedagógicas e valores humanos. “Vimos pedir a ajuda da Famup para trabalharmos esse importante projeto nos municípios que tiverem interesse. Precisamos de uma educação que valorize as pessoas, práticas compartilhadas e uma relação familiar saudável”, afirmou.

 


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