Política

Depois de polêmica da saúde, oposição falta a debate da LOA

Apenas quatro vereadores acompanharam a audiência, que durou apenas uma hora.




A saúde – área mais comprometida da cidade de João Pessoa na visão da oposição – foi negligenciada pelos próprios parlamentares, ontem, na primeira audiência pública para discutir a Lei Orçamentária Anual 2016. Excluindo os presidentes da sessão e da Comissão de Orçamento da Casa, apenas os líderes da oposição e do governo acompanharam a audiência, que durou apenas uma hora. O desinteresse dos parlamentares foi tão evidente que o primeiro secretário da Casa e relator da LOA, Benilton Lucena (PSD), disse que cobraria a participação dos vereadores e reforçaria o convite aos segmentos organizados nas próximas audiências.

Nem mesmo a secretária de Saúde do município, Mônica Rocha, participou da audiência, enviando a gerente de Orçamento da pasta, Janisa Costa, para explicar a aplicação dos R$ 898,021 milhões previstos no orçamento. O total inclui recursos próprios (R$ 182,856 milhões) e transferências (R$ 691,573 milhões), além dos recursos do Instituto Cândida Vargas (R$ 20,948 milhões).

A gerente ponderou o cenário de crise, destacando o compromisso da gestão em manter os serviços que já existem no município e garantindo a abertura da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cruz das Armas. “Isso não significa que não poderão existir a abertura de outros serviços", disse.


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