Policial

Polícia registra sete casos de roubos e furtos em menos de um dia em CG

Entre as 10h da quarta-feira (16) e as 3h da madrugada desta quinta foram registrados furtos em estabelecimentos, assaltos e até uma invasão em uma casa.




Karoline Zilah

A quarta-feira (16) foi um dia violento em Campina Grande. Somente o 2º Batalhão da Polícia Militar registrou sete casos de roubos entre as 10h e as 3h da madrugada desta quinta-feira (17), incluindo furtos em estabelecimentos, assaltos e até uma invasão em uma casa. Os crimes aconteceram numa noite marcada por conflitos no estádio O Amigão e por um protesto de policiais militares, que se negaram a fazer a segurança do jogo Treze e São Paulo.

Um dos maiores prejuízos aconteceu em uma residência no bairro Presidente Médici, por volta da meia-noite. A proprietária, uma mulher de 50 anos, encontrou a casa arrombada assim que chegou. Segundo ela, foram levados um micro-ondas, um aparelho de DVD, R$ 900 e uma bolsa contendo roupas e objetos.

Um episódio semelhante aconteceu no bairro da Liberdade, quando um auxiliar de escritório chegava de carro à casa onde mora. Ele relatou à PM que estava na rua Belarmino da Silva Amorim e foi rendido por três homens, sendo um deles armado com pistola. O grupo levou um aparelho de som do veículo, uma carteira com documentos e R$ 150 em dinheiro.

Outro caso foi um roubo acontecido no bar Léo Espeto, às 2h52, no bairro Jardim Quarenta. Segundo as vítimas, dois homens entraram no estabelecimento armados com revólveres e usando capacetes. Eles levaram R$ 600 e garrafas de bebidas.

No bairro do Cruzeiro, foram registradas duas ocorrências do tipo: um furto numa lan house, de onde foram levados dois computadores, celulares e R$ 150 em dinheiro; e um assalto a três clientes no Bar do Bodão, na hora do almoço.

Dois mercadinhos também foram invadidos por assaltantes num intervalo de 15 minutos. O primeiro foi o Cinco Estrelas, no bairro da Liberdade, e o segundo foi o Mercadinho do Jean, em Nova Brasília. Nos dois casos foram roubados produtos e dinheiro. Um comerciante de 38 anos ainda chegou a sofrer coronhadas na cabeça.


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