Policial

Mutirão carcerário agiliza processos de presos por violência doméstica

Organizada pelo Tribunal de Justiça do Estado, ação segue até o dia 17 de dezembro e pretende analisar cerca de 140 processos.



Divulgação/TJPB
Divulgação/TJPB
Mutirão ocorre até 17 de dezembro e pretende analisar cerca de 140 processos.

O Tribunal de Justiça da Paraíba iniciou na manhã desta quinta feira (20), no presídio Desembargador Flósculo da Nóbrega, no bairro do Róger, um mutirão carcerário para agilizar processos de presos por violência doméstica. A ação ocorre até o dia 17 de dezembro e pretende analisar cerca de 140 processos de presos provisórios.

De acordo com a coordenadora e juíza titular da Vara da Violência Doméstica da Capital, Rita de Cássia Andrade, o regime vai analisar a situação individual de cada apenado, o tempo de cada um, a possibilidade de soltura e a possibilidade de conceder ao condenado que ele responda ao processo em liberdade.

"O objetivo maior desse mutirão é desafogar o sistema penitenciário das prisões cautelares e, também, descongestionar o número de processos que se encontram na Vara", disse a magistrada.

No primeiro dia de atividades, mais de 10 processos foram analisados na Sala de Audiências. Para o diretor do presídio, José Langstein, as audiências diárias têm capacidade de ouvir 20 presos.

Os feitos do esforço concentrado serão apreciados e coordenados pela juíza dos Mutirões Carcerários do Estado, Lilian Cananéa. "Com os mutirões já realizados em diversas unidades, estamos colhendo os frutos de regime na busca de resolver e analisar a situação de cada apenado", assegurou ela.
 


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