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Tunísia quer fazer mais em busca da redemocratização

O Fortalecimento do bloco econômico regional e a ampliação nas relações entre os países também foram discutidos.




Depois de 15 meses da renúncia do ex-presidente da Tunísia Zine El Abidine Ben, o atual primeiro-ministro, Hamali Jebali, disse ontem, em Túnis, durante encontro com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, que pretende fazer mais em busca da redemocratização da região. O chanceler está na Tunísia, depois de passar pela Etiópia, e depois segue para a Mauritânia.

Informações são da Agência Brasil.

Prisioneiro político por 15 anos, Jebali apoiou os protestos que levaram à renúncia do ex-presidente da República em janeiro do ano passado. Após 23 anos no poder, El Abidine Ben deixou o poder sob pressão popular, acusado de violações de direitos humanos e corrupção. Os manifestantes da Tunísia foram os primeiros a protestar na chamada Primavera Árabe, em 2011.

Patriota se reuniu também com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Tunísia, Rafik Abdessalem. Na reunião ficou definido que serão realizados dois seminários ampliando as relações entre os dois países.

Nas conversas com as autoridades tunisianas, Patriota foi informado que há a intenção de fortalecer o bloco regional denominado Magreb (formado pelo Marrocos, Sahara Ocidental, a Argélia, Tunísia, Mauritânia e a Líbia), a exemplo do que ocorre com o Mercosul.


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