Economia e Negócios

Paraíba terá novas áreas para explorar petróleo

Leilão de concessão que definirá empresas exploradpras das áreas de petróleo e gás acontece em dezembro no Rio de Janeiro. Eixo da bacia PE-PB tem 9 mil km quadrados.




Jacqueline Santos, do Jornal da Paraíba

A Paraíba vai ter novas áreas de exploração de petróleo no trecho que engloba a bacia Pernambuco-Paraíba. O eixo constitui uma região de nova fronteira que ocupa cerca de nove mil quilômetros quadrados ao longo do Estado. Para apresentar as áreas que poderão ser exploradas, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natual e Biocombustíveis (ANP) vai realizar a 10ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios.

O leilão de concessão que definirá as empresas exploradoras das áreas de petróleo e gás está marcada para 18 de dezembro, no Rio de Janeiro. Além do trecho PE-PB, 162 blocos em terra vão ser ofertados em outras oito bacias sedimentares. Os blocos, divididos em 11 setores, abrangem aproximadamente 88 mil quilômetros quadrados em áreas para explorar e produzir petróleo e gás natural. A assessoria de comunicação da ANP informou que o órgão definiu que a Paraíba terá apenas blocos em terra, enquanto Pernambuco é responsável pelos blocos no mar. No Estado, já existem atividades de exploração na região do Rio do Peixe, no entanto a ANP não informou quais os locais estão sendo explorados.

As bacias sedimentares são Pernambuco-Paraíba, Sergipe-Alagoas, Amazonas, Araripe, Paraná, Potiguar, Parecis, Recôncavo e São Francisco. Segundo nota divulgada pela ANP, a resolução nº 10, de 3 de setembro de 2008, prevê a realização de rodadas de licitações em bacias de novas fronteiras exploratórias com a finalidade de se conhecer as bacias sedimentares, além de desenvolver a indústria petrolífera e incentivar a ampliação do número de empresas nacionais e estrangeiras nos locais onde existem os campos de petróleo.

A agência prevê a oferta de 18 blocos de novas fronteiras para os Estados da Paraíba e Pernambuco, que fazem parte de uma mesma bacia sedimentar, divididos em dois setores. Ao todo, devem ser explorados 1.844,47 quilômetros quadrados nessa região.

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