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Citta deve gerar 450 empregos diretos em CG

Primeira fase de funcionamento do Centro de Inovação Tecnológica Telma Araújo (Citta) vai gerar 450 empregos diretos com a instalação das primeiras 50 empresas.



Prefeitura de Campina Grande
Prefeitura de Campina Grande
Doação do imóvel foi oficializada com protocolo de intenções

Rostand Melo
Do Jornal da Paraíba

A primeira fase de funcionamento do Centro de Inovação Tecnológica Telma Araújo (Citta) vai gerar 450 empregos diretos com a instalação das primeiras 50 empresas que já acertaram a participação no projeto. A parceria que vai coordenar a implantação do Centro foi oficializada na manhã desta quinta-feira (13), com a assinatura de um protocolo de intenções entre a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PacTcPB), o governo do Estado e a prefeitura do município. A solenidade foi realizada no auditório do Centro de Extensão da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

O Citta terá capacidade total de abrigar em torno de 80 empresas em 18 galpões localizados na área da antiga Indústria Limoeiro Malhas, localizada no bairro de Bodocongó. A doação do imóvel, que foi desapropriado pelo governo do Estado em 2008, foi também oficializada com a assinatura do protocolo de intenções. As reformas e adaptações no prédio devem começar até o final do ano, mas ainda há um prazo para a inauguração.

A formalização do projeto foi agilizada a pedido da Fundação Parque Tecnológico, para que o novo centro possa encaminhar projeto para captação de recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia, cujo prazo de inscrição termina no próximo dia 28. O próximo passo será a oficialização de um núcleo gestor para o Citta, responsável pela capacitação de recursos.

Para a presidente do PaqTcPB, Francilene Garcia, a instalação do Citta trará benefícios para a economia local. “A implantação do centro vai alargar as fronteiras da Paraíba e gerar emprego e renda. É uma nova aposta no desenvolvimento econômico da Paraíba”, avalia. O secretário municipal de Ciência e Tecnologia, Emir Candeias, também acredita que os investimentos vão consolidar a imagem do Estado no mercado de tecnologia. “Vamos tornar Campina Grande a capital tecnológica da Paraíba”, acredita.

Um dos objetivos do projeto é fornecer as condições para que os pesquisadores que desenvolvem tecnologia nas universidades locais possam permanecer na cidade. “Campina Grande tem uma história de inovação tecnológica desde a década de 1960, conhecida principalmente como centro de formação de Recursos Humanos qualificados. Estamos conseguindo reter essas profissionais na cidade como novos investimentos”, conclui.


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