Ciência e Tecnologia

Sensor criado pela UFPE mede qualidade da água

Segredo é o uso de nanoestruturas em saquinho de chá. Por enquanto, sistema mede nível de metais no líquido.




Do G1

Poucas pessoas visitam a caixa d’água. Quem tem esse hábito? Para saber como está a água armazenada, só olhando. Ou com um invento que surgiu na Universidade Federal de Pernambuco. Um sensor que indica se a água de uma caixa está limpa ou não.

Uma praia pode ser o lugar perfeito para explicar as nanoestruturas. É coisa de criança brincar com areia, é coisa de cientista dividir um grão milhões de vezes e, nesse tamanho, desenvolver todo tipo de pesquisa. Os materiais ganham novas propriedades, novas características.

Na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o desafio é transformar algo tão pequeno em instrumentos para o nosso dia a dia. O trabalho começa em um copo d’água do Departamento de Química. Mas podia ser na casa de qualquer pessoa. A preocupação é rigorosamente a mesma.

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Parece um saquinho de chá, mas na verdade dentro há um sensor, capaz de dizer se a água de um determinado prédio, ou de uma casa, está poluída ou não, contaminada ou não. “A nanotecnologia dentro de um saquinho de chá, ou seja, o que normalmente um saquinho de chá tradicional faz é você liberar substâncias químicas para sentir o gosto do chá.

É o contrário. A água vai ser absorvida pelo saquinho. Ou seja, o saquinho de chá vai beber a água contaminada ou não e vai nos permitir saber se essa água é própria para o consumo humano”, explica o professor Petrus Santa Cruz.


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