Vida Urbana

Paraíba deve vacinar 6 mil crianças contra hepatite A

Objetivo da coordenação de imunização é alcançar a meta de 95% em todos os 223 municípios da Paraíba.




A Secretaria de Saúde da Paraíba estima que até o fim deste mês seis mil crianças devem ser vacinadas contra o vírus da hepatite A. O objetivo da coordenação de imunização é alcançar a meta de 95% em todos os 223 municípios do Estado. A campanha teve início há 3 semanas e tem como público alvo crianças com idade superior a um ano e menores que dois.

Para receber a dose da vacina, os pais devem se dirigir a qualquer unidade de saúde e apresentar o documento de cartão da criança.

Segundo a chefe do Núcleo de Imunização da Secretaria de Saúde da Paraíba, Isiane Queiroga, o balanço geral da vacinação será divulgado apenas no final da campanha.

“Apesar da campanha de prevenção contra hepatite A acontecer este mês, a vacinação contra o vírus começará a ser inclusa no calendário de vacina da criança como rotina. A avaliação e cobertura geral dos números da vacinação será divulgado no final da campanha”, disse.

Os sintomas da hepatite A podem ser identificados por dores musculares, febre, mal estar, cansaço, olhos amarelados, náuseas e vômitos, o que pode também ser confundido com outros tipos de doenças, a exemplo da virose.

O período de encubação da doença pode durar de duas a seis semanas e nem sempre apresentar manifestações dos sintomas de forma imediata, entretanto é um tempo perigoso, uma vez que a pessoa infectada pode fazer a transmissão do vírus que está expelido no organismo para outras pessoas. A incidência maior dos casos de infestação da doença acontece nos locais onde o saneamento básico é precário. Dos casos geralmente registrados, a transmissão acontece pelo consumo de alimentos contaminados ou água.

Apesar do grau da hepatite A não apresentar diretamente graves riscos, a identificação rápida da doença pode evitar complicações para os pacientes infectados, a exemplo da hepatite fulminante que causa a morte das células hepáticas no fígado durante as primeiras oito semanas de evolução do vírus.


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