Vida Urbana


Suspeitos de assassinato de comerciante na Empasa são identificados pela Polícia

Polícia Civil não descarta envolvimento de outras pessoas no caso.




Divulgação: Polícia Civil
Divulgação: Polícia Civil
Imagens dos suspeitos apontados como responsáveis pelo crime foram divulgadas

Os suspeitos apontados como responsáveis pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte) ao comerciante Josenilton Balduíno de Brito, de 47 anos, na última terça-feira (15) na sede Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (Empasa) em Campina Grande tiveram suas identidades reveladas pela Polícia Civil nesta quinta-feira (17).

A identificação dos suspeitos foi realizada pela Polícia Civil após o trabalho de análise das imagens do circuito interno de segurança da Empasa, que registrou toda a ação. Os responsáveis pelo crime são: Edvaldo da Silva Lopes, de 22 anos e Pedro Júnior Moreira, de 19 anos.

Segundo o delegado de Roubos e Furtos de Campina Grande, Cristiano Santana, o trabalho de investigação permanece em andamento, uma vez que os suspeitos ainda não foram localizados. “Estamos trabalhando desde o primeiro momento do registro do caso, a identificação dos envolvidos foi realizada e buscaremos agora a prisão dos envolvidos”, disse.

O comerciante assassinado era natural do município de Junco do Seridó e estava em Campina Grande para comprar mercadorias. Ele viajava para pegar produtos na Empasa toda semana.

Durante o assalto, a vítima resistiu e não passou o dinheiro pedido pelos suspeitos e começou a brigar com os assaltantes. Ele ainda conseguiu dar um murro no rosto de um dos bandidos, mas logo em seguida levou um tiro na cabeça.

Investigação

Em relação à investigação, o delegado confirmou que os suspeitos tinham informações sobre o horário de chegada da vítima no local e que este deve ser um dos pontos buscados pela Polícia para esclarecer o crime. “A polícia já tem a informação que os envolvidos no crime tinham conhecimento sobre horário de chegada da vítima e isso não descarta a possibilidade de envolvimento de outras pessoas. A investigação vai buscar esclarecer todas as dúvidas e evidentemente prender os responsáveis”, concluiu Cristiano Santana.