Vida Urbana

Assaltos a lojas em CG totalizam roubo de 90 celulares nas últimas semanas

Número de celulares roubados corresponde ao registro de quatro ataques realizado por suspeitos armados a lojas no Centro.




Pelo menos 90 celulares foram roubados durante os últimos quatro registros de assaltos a lojas no Centro de Campina Grande, durante o período de 19 de julho a 7 de agosto deste ano. O número é resultado da ação de grupos armados, a última registrada nesta segunda-feira (7), quando dois homens invadiram uma loja de eletrodomésticos e móveis e levaram 19 celulares.
 
O primeiro assalto registrado a lojas comerciais no Centro da cidade aconteceu no dia 19 de julho, quando dois suspeitos invadiram um estabelecimento e levaram 28 celulares. De acordo com informação do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), os suspeitos chegaram no local em uma motocicleta e anunciou o assalto. Os celulares roubados estavam expostos em um balcão da loja.
 
Outro caso de assalto aconteceu no dia 28 de julho, quando uma dupla armada portando capacete e óculos escuros invadiu uma loja e levou 28 celulares. Segundo a gerência do estabelecimento, este foi o oitavo caso de assalto apenas este ano.
 
Na última terça-feira (1) outros 15 celulares foram levados em mais um assalto a loja. Dois homens chegaram armados no estabelecimento e levaram os equipamentos de mostruário. 
 
Suspeitos presos
 
Na manhã desta terça-feira (8) a Polícia Civil divulgou a prisão de três homens suspeitos de assaltos a lojas de eletrodomésticos no Centro de Campina Grande nas últimas semanas. Outros 20 suspeitos também identificados e indiciados pelo crime de receptação.
 
Segundo o delegado de roubos e furtos de Campina Grande, os três homens eram dos bairros Araxá e Jeremias. Eles foram presos em casa e os policiais encontraram pelo menos 10 celulares que seriam produto de roubos. Um dos criminosos já respondeu na Justiça por crime patrimonial.
 
Ainda segundo as investigações da Polícia Civil, funcionários de algumas lojas roubadas são suspeitos de passar informações privilegiadas para os criminosos. “Foram identificados funcionários de uma rede de departamentos importante que forneciam as informações para o grupo”, explicou Cristiano Santana.