Vida Urbana

Operação apreende produtos supostamente falsos em João Pessoa

Operação da Polícia Civil atuou em cinco lojas suspeitas de práticas criminosas.




Gabriel Costa/G1 Paraíba
Gabriel Costa/G1 Paraíba
Produtos comercializados irregularmente pelas lojas foram apreendidos nesta quinta (27)

A venda irregular de produtos e a comercialização de produtos falsificados foram alvo de uma ação da Polícia Civil na tarde desta quinta-feira (27). A Operação Vitrine visitou cinco lojas de João Pessoa suspeitas de práticas criminosas, após denúncias.

Das cinco lojas da capital autuadas, duas ficam localizadas em Manaíra, na Av. João Câncio, uma no Tambiá, uma no Bairro dos Estados e a outra no Bessa.

Segundo a Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa (DDF), responsável pela operação, foram representantes comerciais que apresentaram a denúncia. Conforme eles, lojas da capital mantinham revenda não autorizada de produtos e negociavam até produtos supostamente falsificados.

A DDF informou que os representantes comerciais chegaram a visitar as lojas que foram denunciadas e adquiriram réplicas de produtos que comercializavam.

"As lojas estavam negociando produtos falsos, ou seja, produtos de qualidade bem inferior aos originais, cobrando um valor aproximado dos produtos originais, prejudicando a credibilidade das marcas, além de exercerem uma concorrência desleal aos lojistas autorizados", informou a DDF.

Desde o dia 31 de março que a DDF vem reunindo provas como a imagens dos produtos negociados, documentos apresentandos pelos representantes comerciais e testemunhas que foram encaminhadas à Justiça Criminal. Após analisar as provas, a DDF deferiu os mandados de busca e apreensão em cinco lojas denunciadas.

Os produtos comercializados irregularmente pelas lojas foram apreendidos para passar pela perícia e encaminhdas para a Justiça.  Caso a perícia constate que as peças são falsificadas, os donos das lojas podem responder por crimes contra o consumidor, contra a ordem tributária e estelionato. Clientes vão poder procurar a delegacia, uma vez que foram vítimas de estelionato.

Além da DDF, a Receita Estadual participou da operação, auxiliandos as investigações quanto ao aspecto fiscal das empresas.