Vida Urbana

PMCG entra com ação na justiça para tentar impedir fim de voos

Impasse entre a Gol e um posto de combustíveis seria o motivo para o fim das operações. 



A Procuradoria Geral do Município de Campina Grande, ingressou com uma ação na Justiça Federal para evitar que companhia aérea deixe de operar na cidade. A ação foi impetrada na quinta-feira (17) pelo procurador-geral do município, José Fernandes Mariz. O motivo do fim das operações da linha Gol foi resultado de um impasse, confirmado na quinta-feira (15) entre a Infraero e o proprietário de um posto de combustíveis, que abastece aeronaves no aeroporto João Suassuna.

De acordo com informações do procurador, já existe uma ação em âmbito da Justiça Federal que surgiu após a Infraero suspender contratos de concessão de serviço com a empresa, por descumprimento de cláusulas contratuais. O dono do estabelecimento entrou na Justiça e obteve uma liminar para

A informação de que a Gol poderia deixar de operar no aeroporto de Campina Grande foi confirmada pelo coordenador de comunicação da prefeitura, Marcos Alfredo, e estaria relacionado aos custos para o abastecimentos das aeronaves, tendo em vista que o posto do aeroporto não tinha uma bandeira definida e estaria causando custos elevados à empresa.

Na quinta-feira (10), o prefeito Romero Rodrigues se reuniu com o representante da Gol, Marcos Tognato, onde foi debatido o possível fim das operações por parte da empresa no João Suassuna. . Segundo Marcos Alfredo, para resolver o impasse, o prefeito estava programando uma visita à direção da Shell, empresa multinacional petrolífera, e à sede da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), em Brasília.

A Gol informou que não tem intenção de descontinuar a operação no aeroporto de Campina Grande.

A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA tentou contato com o empresário dono do posto de combustíveis, Marcos Guedes, mas as ligações não foram atendidas.