Vida Urbana

Exame de DNA confirma que corpo encontrado é da vendedora Vivianny

Informação foi divulgada na tarde desta segunda-feira (14) pela Secretaria da Segurança e da Defesa Social da Paraíba (Seds).



O exame de DNA realizado pelo Instituto de Polícia Científica (IPC) confirmou que o corpo queimado de uma mulher encontrado em uma mata de Bayeux no último dia 7 é da vendedora Vivianny Crisley, de 29 anos. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (14) pela assessoria de comunicação da Secretaria da Segurança e da Defesa Social da Paraíba (Seds).

Ainda de acordo com a assessoria do órgão, o IPC repassou o resultado do exame para a delegacia de Homicídios na tarde desta segunda. O DNA foi feito a partir de um resto de pele encontrado na sandália que estava próxima ao corpo e que era da vendedora. A assessoria da Seds ressaltou que o delegado Reinaldo Nóbrega já teria avisado à família de Vivianny.

"O exame cadavérico, que deve identificar a forma da morte, se houve alguma violência sexual, entre outros, e o exame de local de crime ainda estão sendo feitos e a previsão é de que sejam concluídos em dez dias", afirmou a diretora em exercício do Instituto de Polícia Científica (IPC), Gabriela Nóbrega.

Na sexta-feira (4), um dos suspeitos de envolvimento no desaparecimento da vendedora, identificado como Alex Aurélio Tomas, foi preso.  Conforme o delegado Reinaldo Nóbrega, foi ele quem passou informações sobre os outros dois suspeitos identificados como Jobson Barbosa da Silva Júnior, conhecido como Juninho, e Fagner das Chagas, vulgo Bebé. Eles estão estão foragidos, mas com mandado de prisão expedido.

O velório da vendedora vai acontecer na terça-feira (15) pela manhã, em uma central de velórios na Avenida João Machado, em Jaguaribe. O enterro está previsto para ocorrer no fim da manhã no Parque das Acácias, porém horário não foi divulgado pela família.

Corpo queimado com pneus de bicicleta

Peritos do IPC disseram que o corpo achado na mata foi incendiado usando pneus de bicicleta, e a suspeita é de que a queima do corpo só tenha sido feita depois da prisão do primeiro suspeito, no último dia 4.

 “O corpo poderia perfeitamente estar lá desde o dia do desaparecimento, no dia 21 de outubro, e a partir do momento da prisão dele [do suspeito], algum comparsa ou parceiro no crime ter chegado lá para tentar eliminar qualquer tipo de vestígio”, explicou Reinaldo Nóbrega.

O delegado disse ainda que a polícia só chegou até o corpo por meio de uma denúncia anônima. No local, foram encontrados o cartão de crédito com o nome da vítima e uma sandália que ela estaria usando na noite em que desapareceu.