Vida Urbana

Parklet é instalado no Centro como novo espaço de convivência

Obra está localizada na Praça 1817, em frente a Galeria Augusto dos Anjos. Projeto piloto foi desenvolvido pela UFPB.



Divulgação
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Obra, com estrutura feita de pallets de madeira, está localizada em frente a Galeria Augusto dos Anjos

Nesta terça-feira (4), um novo espaço de convivência foi instalado no trecho de uma rua no Centro de João Pessoa. Batizado de Parklet-JP, a obra tem estrutura feita de pallets de madeira e está localizada na Praça 1817, em frente a Galeria Augusto dos Anjos. Ela tem como objetivo suscitar o debate público a respeito do uso do espaço urbano, avaliar as reações e respostas da população em relação a esse tipo de intervenção e fazer um estudo a respeito.

O pequeno parque funciona como uma extensão da calçada ou ampliação do passeio público. Modelos deste tipo são implantados em lugares reservados ao estacionamento de automóveis, substituindo-os com uma plataforma onde podem ser colocadas cadeiras, mesas, guarda-sóis, plantas, aparelhos de exercício físico e outros objetos ou elementos de mobiliário, além de vegetação. Caracterizam-se também por serem estruturas removíveis e temporárias que podem permanecer no local por um dia, por alguns meses ou até anos.

O projeto piloto foi desenvolvido pelo Departamento de Engenharia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), patrocinado e implantado pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP) e apoio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb).

O Parklet-JP surgiu em João Pessoa como trabalho de conclusão do Curso de Engenharia Civil da UFPB,desenvolvido pelo estudante Allisson Bruno com orientação do professor Nilton Pereira de Andrade. O projeto vai ficar em observação durante um mês recebendo a opinião de comerciantes, taxistas, moradores e demais pessoas que frequentam a localidade, desta forma, será analisada posteriormente a utilidade do Parklet.

Para o superintendente da Semob-JP, Carlos Batinga, a iniciativa visa a criar espaços públicos junto aos ambientes que possuem áreas reduzidas para convivência. “O nosso objetivo é substituir o espaço do carro por um espaço de convivência para pessoas, isso é humanizar a cidade”, ressalta Batinga. Ainda segundo o superintendente, o mobiliário urbano futuramente também pode ser colocado em outros pontos da cidade.