Vida Urbana

Empresas querem reajustar tarifa de ônibus de R$ 3,30 para R$ 3,80 em Campina Grande

Conselho de Transporte Público define na sexta-feira (25) valor de passagem.




A STTP convocou para sexta-feira (25), às 9 horas, reunião do Conselho Municipal de Transporte Público para definir o novo preço da tarifa de ônibus, em Campina Grande. O Serviço de Transporte Público de Passageiros por Ônibus do Município (Sitrans), que reúne as empresas de transporte, solicitou a reunião para discutir a planilha com os novos preços dos insumos.

Segundo o superintendente da STTP, Félix Araújo, as empresas solicitam um aumento de 15,1%, passando a tarifa de R$ 3,30 para R$ 3,80. Todavia, podem surgir na reunião outras propostas por membros do Conselho, integrado por representantes da prefeitura, empresas de ônibus, motoristas, estudantes e de entidades representativas da sociedade civil campinense.

Planilha

Os principais insumos que vão ser analisados na planilha são: combustível; Despesa com pessoal; depreciação dos veículos; peças e acessórios. Em percentual, o combustível representa, na planilha, 27,6 %; Despesa com pessoal, 28,8%; depreciação dos veículos, 5,6%; e peças e acessórios, 7,4 %.

De acordo com a planilha, os dados anuais são os seguintes: 11.859.033 passageiros pagantes; 7.782.313 com vale transporte; 4.834.341 estudante (meia); 910.758 gratuidades; 83.555 na integração.

Já o número total de passageiros equivalentes (o que vai para a planilha) é 22.058.518. No ano passado, fechou com 28 milhões de viagens. Esse ano, com 22 milhões, provocando uma queda de aproximadamente 6 milhões de passageiros.

A quilometragem total do sistema é, em média/mês, de 1.213.309 km. Isso é o que todos os ônibus percorrem por mês na cidade.

Integração temporal

Desde o dia 12 deste mês, está vigorando o sistema de integração temporal. Este possibilita ao passageiro, em qualquer ponto da cidade, pegar um segundo ônibus sem pagar a mais por isso. Todavia, há restrições.

Uma delas é que o usuário terá uma hora para passar o cartão no segundo transporte público, contando desde o momento em que passar o cartão no primeiro ônibus.  Caso o tempo seja esgotado, o sistema cobrará outra passagem do usuário. Além disso, os veículos não podem ser da mesma linha.


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