Política

Bruno admite que Romero e Luciano ainda precisam se tornar conhecidos

Segundo deputado, prefeitos não têm a robustez política de Cássio e Maranhão.




O deputado estadual Bruno Cunha Lima (PSDB) comentou sobre o atual cenário político envolvendo os principais nomes da oposição para a disputa ao Governo do Estado, nas eleições de 2018. Em contato com a imprensa, na manhã desta terça-feira (16), o tucano afirmou que o ideal é a manutenção da aliança partidária comandada pelo PSDB, PSD e PMDB, porém, adimitiu a possibilidade de mais de uma candidatura a governador pelo bloco, desde que haja um pré-acordo em caso de segundo turno.

“Acredito que não seja necessário que tenhamos duas candidaturas da oposição, tendo em vista a fraqueza de candidatos que o grupo do Governo apresenta nesse momento de pré-campanha. O Governo não tem nomes e, assim como fez o governador em 2012 e 2016 nas eleições de João Pessoa quando teve que inventar um candidato aos 45 do segundo tempo, provavelmente vai reeditar a mesma tática para as eleições de 2018”, opinou o deputado.

Bruno ainda afirmou que vê com normalidade as movimentações pré-eleitorais dos prefeitos de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD) e de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), pelo interior do Estado. Segundo ele, tudo está dentro do permitido pela Legislação Eleitoral, porém, defendeu que saiam mais das divisas municipais para se tornarem conhecidos a ponto de disputar em igualdade, dentro da aliança, com os senadores José Maranhão (PMDB) e Cássio Cunha Lima (PSDB), também prováveis candidatos a retornar ao Palácio da Redenção.

“A diferença é que não há um só paraibano de Cabedelo a Cachoeiras dos Índios e de Princesa Isabel a Catolé do Rocha que não conheça os senadores José Maranhão e Cássio Cunha Lima. O dever de casa do prefeito Romero Rodrigues e do prefeito Luciano Cartaxo é adquirir um nível de conhecimento que consiga chegar a mesa de debate com a mesma força política dos seus colegas. Eles precisam gastar sola de sapato para se tornarem conhecido Estado a dentro”, concluiu.