Política

Enivaldo prevê arquivamento de Aijes impetradas por Veneziano

Vice-prefeito eleito diz que candidato tem direito de estrebuchar.  



Divulgação
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Enivaldo Ribeiro diz que peemedebista perdeu eleição por ter deixado cidade abandonada

O vice-prefeito eleito de Campina Grande, Enivaldo Ribeiro (PP), prevê das três Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) impetrada pelo ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) contra a chapa, encabeçada pelo prefeito reeleito Romero Rodrigues (PSDB).

Todavia, Enivaldo vê com naturalidade a apresentação de Aijes pelo candidato derrotado (Veneziano) até porque ele tem o direito estrebuchar. Ribeiro credita a derrota do peemedebista ao desleixo na administração quando era prefeito e os ataques na campanha a Romero.

“Ele (Veneziano) tem o direito de estrebuchar, que é natural. Um resultado tão grande, como todos sabem, já denota tudo. Significa que houve um desleixo dele (Veneziano) na administração como prefeito, que deixou a cidade abandonada. O que ele devia fazer era agradecer os votos que teve”, assinalou Enivaldo Ribeiro. Veja abaixo as o teor das três Aijes. 

Aije das Contratações

Na primeira das três Aijes, Romero Rodrigues e o seu candidato a vice-prefeito, Enivaldo Ribeiro, foram denunciados por Veneziano por abuso de poder político e econômico. De acordo com a denúncia, Romero Rodrigues, “buscando claramente desequilibrar o pleito eleitoral”, vem, desde 2013, fazendo contratações absolutamente irregulares na prefeitura.

Aije da Promoção Pessoal

A segunda AIJE denuncia o prefeito pela utilização do site da prefeitura para fazer promoção pessoal, “inúmeras e incontáveis vezes”, o que é vedado por lei, quando este deveria ser usado pela administração municipal apenas para divulgação de ações administrativas, de caráter meramente impessoal.

Aije da Mix

A terceira AIJE denuncia favorecimento da empresa MIX.COM (Agência de Propaganda e Publicidade) em processo licitatório da Prefeitura e, mais ainda, da contratação da mesma empresa para as campanhas eleitorais de 2012 e de 2016 do próprio prefeito Romero Rodrigues, o que é vedado por lei.