Política

Lula e Bolsonaro são caminhos para o mesmo desastre, diz Flávio Rocha

Pré-candidato à presidência diz que petista representa a corrupção e liberal, a ditadura militar.




Pré-candidato à Presidência da República pelo PRB, empresário Flávio Rocha visitou Campina Grande e João Pessoa, nesta sexta-feira (4)

O empresário Flávio Rocha (PRB) disse, nesta sexta-feira (4), em Campina Grande, que resolveu entrar na disputa ao Palácio do Planalto para tentar evitar que o Brasil volte a ser governado por um corrupto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou um defensor da volta da ditadura militar, o deputado Jair Bolsonaro (PSL). Ele participou, no final da manhã, de um debate sobre os 200 anos da independência do Brasil, no Teatro da Unifacisa. À noite, Rocha proferiu palestra em João Pessoa.

“Entrei na disputa porque a minha angústia era ver o povo ter que escolher entre estes dois extremos que são dois caminhos para o mesmo desastre. Um extremo (Bolsonaro) significa a volta da ditadura militar e o outro extremo significa a volta a esse período recente de corrupção, destruição da economia e de 14 milhões de desempregados”, alfinetou Flávio Rocha.

Ele explicou que a ditadura militar, defendida por Bolsonaro, é marcada pela falta de democracia, enquanto Lula representa um estado intervencionista e corrupto sem liberdade na economia liberdade. Para Flávio Rocha, um Estado gigantesco como muitas estatais e monopólios é propício para a corrupção.

“O desinfetante natural da corrupção é o livre mercado. Não basta ficar dez anos ficar espantando as moscas da corrupção. É preciso fazer uma mudança estrutural da corrupção que é tirar o presunto da sala”, afirmou o pré-candidato à Presidência, que garante ser um ficha-limpa. No seu entendimento, o Estado só deve investir em setores essenciais, a exemplo da saúde, educação e segurança pública.

Emprego e renda

Durante entrevista, Flávio Rocha disse que a geração de emprego e renda vai ser a prioridade de seu programa de governo. Natural do Rio Grande do Norte, o empresário asseverou que, como nordestino, avalia o Nordeste como uma terra de oportunidades, não de caridade ou de assistencialismo. Todavia, defendeu que os programas assistenciais sejam mantidos no eventual governo do PRB.

“Eu quero oferecer uma porta de saída, através do emprego, através do trabalho. É isso que eu entendo na condição de décimo quinto maior empregador do Brasil. Quando você resolve o emprego, você resolve outros problemas de moradia, saúde, alimentação, educação e segurança. O emprego é a coluna da coisa mais sagrada que temos que é a família”, ressaltou Flávio.

Bolsa Família

Apesar de defender um Estado mínimo, o pré-candidato Flávio Rocha garantiu “oxigenar” o programa de renda mínima, renomeado de ‘Bolsa Família 2.0 ou ‘Imposto de Renda Negativado’. “O nosso programa para quem não tem como gerar o seu sustento é o que esta sendo chamado de Bolsa Família 2.0, que é um programa mais turbinado. Um imposto de renda negativo para famílias com renda menor que R$ 1 com mais transparência e maior controle”, assinalou o presidenciável.


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