Policial

Polícia Civil ainda não concluiu investigações sobre patrimônio

Origem do patrimônio dos irmão acusados de planejar e executar o ‘estupro coletivo’ em Queimadas também é alvo de investigação.




Após o crime coletivo e as prisões dos dez acusados de envolvimento na ‘Barbárie de Queimadas’, a Polícia Civil deu início a uma investigação paralela para tentar identificar a origem dos bens dos irmãos Eduardo dos Santos Pereira e Luciano dos Santos Pereira, supostamente que teriam ‘montado’ o plano para estuprar as vítimas na cidade de Queimadas.

Até hoje, porém, o inquérito não foi concluído e a polícia ainda aguarda dados e respostas de solicitações feitas à Polícia Civil do Rio de Janeiro, onde os dois irmãos teriam fortes ligações.

Parte dos bens dos dois acusados, todavia, já foi sequestrada pela Justiça para servir, no futuro, de indenizações às famílias das vítimas, mas a origem do patrimônio ainda não foi desvendada.

“O processo que nós temos em andamento é para punirmos os acusados pelos estupros e pelas mortes. Essa parte aí dos bens é uma outra investigação, que está sendo realizada pela polícia e que nós ainda estamos aguardando”, explicou o promotor Márcio Teixeira, que acompanha o caso desde o início das investigações.

Os dois acusados foram presos com carros, motocicletas e equipamentos de luxo, além de cavalos de raça. Os irmãos não teriam emprego fixo, na cidade de Queimadas.


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