MPPB precisa mostrar que não parou

Paulo Santos

Desde que teve suas finalidades redefinidas pela Constituição de 1988 – conhecida como Constituição Cidadã devido aos inúmeros avanços na área social – o Ministério Público em níveis federal e estaduais ganhou uma dimensão invejável.

Esse fortalecimento não foi fortuito nem gratuito. Ao contrário, deveu-se sobretudo ao arrojo de um punhado de jovens que abiscoitaram milhares de vagas de promotorias que enc ontravam-se vazias por este país e, com isso, rejuvenesceram o poder de fiscalização.

Na Paraíba não foi diferente. Terra de promotores que se destacaram pela inteligência, pelo conhecimento e pela honestidade – como Antônio Mariz (que morreu no exercício do cargo de governador) e João Bosco Carneiro, para citar apenas dois.

Nos tempos atuais o Ministério Público vem se notabilizando por alguns êxitos externos – como a grande Operação 274 em conjunto com outros órgãos públicos na guerra contra o cartel de combustíveis – e internos, como a mudança no regimento que possibilitou a eleição de um promotor para o p osto mais alto da carreira – de Procurador Geral de Justiça do Estado.

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Campanha da fraternidade discute saúde pública


A campanha da fraternidade, realizada anualmente pela Igreja Católica, durante o período da quaresma, divulgou nesta quarta-feira (22), o tema de 2012, que é “Fraternidade e Saúde Pública”.

Entrevistado no PolêmicaPB, o Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, falou sobre os objetivos da Campanha.
Dom Aldo vai celebrar a Missa de Imposição de Cinzas nesta quarta-feira, dia 22, às 18h, na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro de João Pessoa.

O objetivo da campanha é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação ao problema da saúde que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução.

A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que deixa clara a direção buscada para a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (Cnbb).

Confira a entrevista na íntegra:

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Ricardo Coutinho reassume governo da Paraíba

Após se licenciar durante todo o período carnavalesco o governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) reassume o cargo nesta quarta-feira (22). De acordo com informações da secretaria de Comunicação estadual, Ricardo não tem compromissos oficiais no dia em que volta ao governo.

A Secom disse que nesta quarta-feira o governador cumpre apenas agenda interna nesta quarta-feira. Desde a sexta-feira (17), o estado estava sendo administrado interinamente pelo vice-governador Rômulo Gouveia (PSD) que nesse período cumpriu uma extensa agenda de compromissos.

Rômulo Gouveia participou de eventos carnavalescos em vária cidades do estado como João Pessoa, Campina Grande, Conde, Coremas e Cajazeiras. Ele também acompanhou o desfile do bloco Galo da Madrugada no sábado (18) em Recife.

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Carnaval e Ficha limpa

Professor Luiz Renato

O carnaval tornou-se a festa mais tradicional do país. Diferente das demais festas tradicionais, ela não se caracteriza pela tradição de uma região, mas de todas as regiões brasileiras. O carnaval também se diferencia das demais, por ser uma festa democrática, cujas pessoas, independentes das condições socioeconômicas, saem juntas às ruas. Podemos, assim, apreciar uma grande massa humana acompanhando as bandinhas ou trios elétricos, numa verdadeira explosão de alegria.

Durante o período carnavalesco algumas pessoas aproveitam suas fantasias para expressar seus sentimentos com relação aos diferentes temas: política, economia, violência, enfim, tudo aquilo que afeta diretamente suas vidas. Outras usam apenas máscaras, encobrindo o rosto. Nesta segunda categoria, encontramos frequentemente alguns políticos que, como a nobreza em Veneza no século XII, utilizam o disfarce para se misturar com o povo. A prática desonesta de alguns mandatários não permite que eles se misturem com o povo sem máscara, ou seja, de cara limpa.

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Deputado pede fiscalização e campanha no mar

Neste Carnaval é comum a população se deslocar para as praias em todo o Brasil. Aqui na Paraíba não é diferente, do Litoral Norte ao Litoral Sul, milhares de pessoas deixam suas residência em busca de curtir a calmaria ou agito das praias. Mas o que vem chamando atenção são os acidentes com embarcações de pequeno porte que geralmente quando acontecem são fatais.

Por isso o deputado estadual Trócolli Júnior (PSD) que frequenta o Litoral Norte da Paraíba há meses, antes mesmo do Carnaval, já vinha alertando para este problema.

“Venho defendendo a criação de uma campanha educativa e uma fiscalização maior parapara alertar usuários de embarcações no Estado e evitar trágicos acidentes, a campanha no mar deverá ser lançada como a que existe para os pedestres. Temos que conscientizar a população para o perigo marítimo”, ressaltou Trócolli.

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Frustrações empresariais 2

Rubens Nóbrega

Já lhes contei ontem, mas não esgotei o relato de minhas frustrações empresariais. Esqueci de dizer, por exemplo, que deixei de fechar negócios incríveis, oportunidades de ouro nas quais não acreditei ou não percebi o potencial para transformá-las em fábulas de dinheiro.

Não botei fé na maioria desses negócios porque envolviam decisões de governo que – jurava este crédulo eleitor – os caras que estavam no poder jamais teriam coragem de tomar. Como aquela quebra do gabarito de construção para permitir o erguimento de uma floresta de espigões onde só deveria haver uma floresta de árvores.

Pois não é que os caras derrubaram as árvores e por decreto os parâmetros construtivos do bairro que fica no planalto da minha cidade do qual se descortina o Atlântico! Mas como eu entro (ou não entrei) nesse negócio? Vejam só o que aconteceu.

Amigo meu tinha uns terrenos e uma casa naquele bairro, situados bem pertinho da falésia de uma praia muito bonita. Ele, passando por aperto muito grande, quis me vender baratinho os seus imóveis. Preço bom, muito bom, mas recusei a oferta.

- O que diabos eu vou fazer com esses terrenos, se ali só dá pra construir casa no meio da mata? E quem vai querer comprar essas casas e morar lá? – questionei.

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Major Fábio assume cadeira na Câmara

O suplente de deputado federal Major Fábio (DEM) assume em março uma cadeira na Câmara Federal em decorrência da licença do titular da vaga, deputado Ruy Carneiro (PSDB), segundo informou ontem o democrata. De acordo com o Major Fábio, Ruy garantiu que se afastará em março e, na sequência, o deputado Romero Rodrigues (PSDB) se comprometeu a se licenciar em junho, para que ele permaneça na Câmara.

Embora não haja a necessidade de afastamento, pois o tucano pode concorrer mesmo estando no cargo, Romero vai aproveitar para cuidar da sua campanha à Prefeitura de Campina Grande.

Já o Major Fábio disse que, mesmo se for candidato ao cargo majoritário, em João Pessoa, assumirá como deputado federal. Segundo o Major Fábio, os acertos visando a ele assumir a cadeira na Câmara Federal têm o objetivo de fortalecer a aliança firmada em 2010.

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Políticos devem cuidar da aparência

Parlamentares e gestores são pessoas públicas. Tanto no dia a dia do mandato como em época de campanha eleitoral, o trato da imagem é um ponto crucial, segundo especialistas. O traje, a postura e o gestual precisam ser componentes de uma aparência coerente e o mais natural possível.

O publicitário Max Leal, que já coordenou várias campanhas na Paraíba e também em Alagoas, ressaltou alguns pontos importantes com relação à imagem de um político. “O marketing eleitoral não é um manual ou receita de bolo. Mas há algumas regras básicas que devem ser levadas em consideração. A primeira delas é alçar as qualidades que o político possui. E também ofuscar aquelas que não colaboram na sua imagem”, resumiu.

Outra recomendação feita por Max Leal é evitar exageros. “Uma vez fiz uma campanha no interior de Alagoas para um político que abusava de adereços e acessórios de ouro. Isso ressaltava o que era ruim, pois o exagero poderia passar a imagem de arrogância. Pedimos para ele diminuir. Relutou no início, mas terminou tirando a metade”, lembrou.

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Campanha da Fraternidade e o nosso papel enquanto sociedade

João Marcelo Alves Macêdo

Nesta quarta-feira inicia-se a 49ª Campanha da Fraternidade, promovida pela CNBB. Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8); a CF de 2012 tentará refletir o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precarização de condições dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias. Vale lembrar que ela acontece numa época ímpar para nós católicos, que é o tempo da quaresma, onde a liturgia nos convida a um tempo de jejum e conversão. Somos chamados a orar e refletir, nos preparando para a Páscoa, com atitudes concretas que nos levem a sermos imagem e semelhança de Cristo e assim nos preocupar com o outro.

A Campanha da Fraternidade, conhecida nacional e internacionalmente, nos apresenta um tema complexo e que é apontado como um dos maiores problemas dos gestores públicos. Sabe-se que “Saúde Pública” não envolve apenas a rede de atenção básica ou mesmo as ações hospitalares, têm por trás uma gama de ações pontuais e de profilaxia, responsáveis por salvar milhares de vidas, desde o pré-natal até o saneamento básico. Ao tempo que é um dos maiores ralos por onde passam o dinheiro público, desviado por maus gestores, criminosos que se locupletam todos os dia. Basta que busquemos em nossa memória e nos lembraremos do superfaturamento de medicamentos e ambulâncias, equipamentos que nunca funcionaram, saneamento e outras ações sanitárias que só existem no papel.

A CPMF, que serviria para resolver o problema do desfinanciamento do SUS e não resolveu, sabe-se, no entanto, o quanto o governo lamentou sua não prorrogação. A FUNASA daria mais agilidade na execução dos programas governamentais e até hoje o que vimos? Mas não temos só ações em vão, o TCE-PB, instituiu na Paraíba o programa VOCE – Voluntários do Controle Externo, que visava um compromisso com a eficácia do serviço de saúde, a idéia central foi treinar pessoas da terceira idade para responder a um questionário e assim avaliar as ações de saúde básica e munir as auditorias de informações, quando das suas diligências, deu certo, porém não atingiu o estado todo.

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Na PB: Eleitorado analfabeto supera índice nacional

Novo levantamento divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em relação ao perfil do eleitorado brasileiro, revela que o índice de eleitores analfabetos na Paraíba é superior ao nacional e fica em quarto lugar no Nordeste. Conforme os dados do TSE, o Brasil conta com 7.884.479 eleitores analfabetos, o equivalente a 5,7% do eleitorado do país, que hoje chega a 136.598.962. Já no Estado existem 305.773 analfabetos, o que representa 11,14% do total do eleitorado paraibano.

A maioria dos eleitores analfabetos – 162.229 – é homem, o equivalente a 53,12%, enquanto a minoria é mulher na Paraíba.

No entanto, apesar do grande número de analfabetos, 30,63%, o correspondente a 868.375 eleitores cadastrados na Paraíba, estão no grupo dos que concluíram o ensino fundamental até de quem tem ensino superior completo. Já 26,23% dos eleitores – 719.939 – informaram que sabem apenas ler e escrever. O eleitorado do Estado chega a 2.745.233.

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