MPPB precisa mostrar que não parou
Paulo Santos
Desde que teve suas finalidades redefinidas pela Constituição de 1988 – conhecida como Constituição Cidadã devido aos inúmeros avanços na área social – o Ministério Público em níveis federal e estaduais ganhou uma dimensão invejável.
Esse fortalecimento não foi fortuito nem gratuito. Ao contrário, deveu-se sobretudo ao arrojo de um punhado de jovens que abiscoitaram milhares de vagas de promotorias que enc ontravam-se vazias por este país e, com isso, rejuvenesceram o poder de fiscalização.
Na Paraíba não foi diferente. Terra de promotores que se destacaram pela inteligência, pelo conhecimento e pela honestidade – como Antônio Mariz (que morreu no exercício do cargo de governador) e João Bosco Carneiro, para citar apenas dois.
Nos tempos atuais o Ministério Público vem se notabilizando por alguns êxitos externos – como a grande Operação 274 em conjunto com outros órgãos públicos na guerra contra o cartel de combustíveis – e internos, como a mudança no regimento que possibilitou a eleição de um promotor para o p osto mais alto da carreira – de Procurador Geral de Justiça do Estado.





