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Clientes com pendências na conta de energia podem negociar dívidas em CG

Programa de conciliação, solução e tratamento do superendividamento está sendo realizado na cidade durante essa semana.




Mais de 10 mil consumidores estão com contas de energia pendentes em Campina Grande e ao longo dessa semana vão ter a oportunidade de quitarem seus débitos. Isso porque está sendo realizada na cidade a 4ª edição do Pró-Endividados, um programa de conciliação, solução e tratamento do superendividamento promovido pelo Tribunal de Justiça da Paraíba em parceria com a Energisa. O evento começou nessa segunda-feira (30) e segue até o próxima sexta dia (3). O valor das dívidas dos consumidores campinenses equivale a R$ 4 milhões.

 
As informações estão de acordo com a Energisa e as audiências estão sendo realizadas no Açude Novo, por trás do Terminal de Integração de Campina Grande, das 8h às 16h, sem intervalo para almoço. Ainda conforme a Energisa, foram convidados para comparecerem ao local os consumidores que estão com duas ou mais faturas pendentes e que tiveram seus dados pessoais incluídos em serviços de proteção ao crédito. Eles receberam uma notificação informando a data e lugar da audiência, onde o valor da dívida será negociado em condições especiais, podendo ser parcelado em até 48 vezes.
 
A ação tem o objetivo de facilitar e resolver as pendências de diversos consumidores que se encontram em situação de inadimplência, prestes a sofrer interrupção no fornecimento de energia. Além negociar débitos, os clientes de Campina Grande terão a oportunidade de assistir palestras sobre o consumo seguro e eficiente de energia e realizar o seu cadastro no aplicativo Energisa On, que funciona como uma agência virtual de atendimento, no smartphone.
 
O TJPB busca, com essa ação, descentralizar o atendimento direto com os clientes. “Estamos saindo dos nossos ambientes forenses para atender em praça pública, com a finalidade de proporcionar um atendimento facilitado ao cidadão”, esclarece a Juíza Ivna Mozart Bezerra Soares Moura. Ainda segundo o Tribunal, a medida ajuda também a evitar uma enxurrada de demandas judiciais, com ênfase nas conciliações pré-processuais. 
 


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