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Time com 9 e artilheiro no gol: a estreia da Picuiense na 2ª divisão

Uma cena melancólica que evidencia um lado amador no futebol profissional da Paraíba. 




Os jogadores começam a entrar em campo. Um por um para o grande momento da temporada daquele time pequeno, que estreava na 2ª divisão do Campeonato Paraibano. Entra o primeiro jogador. Depois, o segundo. E os outros seguem em linha reta em direção ao campo do Estádio Presidente Vargas, em Campina Grande. De repente, contudo, o fluxo para bem antes da hora. Provoca estranheza em quem vê a cena. Mas é aquilo mesmo. A Picuiense entra em campo com apenas um goleiro, oito jogadores de linha, o técnico Hélio Cabral e dois auxiliares. Todo o resto é previamente vetado por não terem sido regularizados a tempo no Boletim Informativo Diário da CBF.

Uma cena melancólica. Que evidencia um lado amador no futebol profissional da Paraíba. A situação ficaria ainda pior. No aquecimento dos poucos jogadores do time, o goleiro, o único apto para a partida, machucou a mão. Sofreu uma luxação no pulso, foi levado à ambulância e lá receberia o veredito de que não teria condições de jogo.

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