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Restos mortais de Mané Garrincha somem de cemitério no Rio de Janeiro

Prefeitura de Magé admitiu que não sabe onde estão os restos mortais.




Os restos mortais do jogador Mané Garrincha foram exumados do cemitério onde estavam enterrados, em Magé, no Rio de Janeiro, e não foram mais encontrados. A descoberta foi realizada pela filha do jogador, que pretendia fazer uma homenagem ao pai no túmulo, e revelada pelo jornal Extra nesta quarta-feira (31).

O corpo de Garrincha, que morreu em janeiro de 1983, foi enterrado no cemitério de Raiz da Serra. Ao jornal, uma funcionária do cemitério disse que o corpo foi exumado e levado para uma gaveta, mas não há documento que comprove essa informação.

A filha do jogador, Rosângela, disse que o corpo do pai foi retirado do jazigo da família porque outro familiar precisou ser enterrado lá. Segundo ela, nenhuma das filhas participou da exumação nem tem qualquer documento que comprove que o corpo foi retirado do túmulo.

Conforme a reportagem do Extra, o prefeito de Magé, Rafael Tubarão, pretendia homenagear Garrincha, que completaria 84 anos em outubro. O prefeito procurou saber o local exato do sepultamento e recebeu um relatório da Secretaria de Ação Social do município, informando sobre a exumação.

No cemitério de Raiz de Serra, há túmulos mal conservados, ossadas à mostra, entulho espalhado e restos mortais exumados de outros jazigos acondicionados em sacos plásticos, sem qualquer informação. O prefeito afirmou que está reformando todos os cemitérios de Magé e que o de Raiz da Serra é um dos próximos a passar por melhorias.