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Técnico de Petrúcio diz que ele ainda não deu 100% de sua capacidade

Atleta conquistou três medalhas nas Paralimpíadas e treinador diz que ele pode fazer mais.



Alaor Filho/CPB
Alaor Filho/CPB
Petrúcio Ferreira bateu o recorde mundial dos 100m rasos da classe T47.

A Paralimpíada do Rio foi excelente para Petrúcio Ferreira. O paraibano vai voltar para casa com três medalhas no peito: uma de ouro e duas de prata, além de bater recorde mundial dos 100m rasos da classe T47. A atuação do paraibano surpreendeu os torcedores brasileiros, mas não um paraibano em especial – o técnico do atleta, Pedro Almeida. Para ele, Petrúcio ainda não fez nas pistas de atletismo 100% do que sua capacidade como atleta permite. 

 
Petrúcio tem apenas dois anos de carreira e foi descoberto em uma das edições dos Jogos Escolares da Paraíba. Quando Pedrinho, como o técnico é mais conhecido, o viu pela primeira vez, se espantou com o talento que o paraibano demonstrava nas pistas. No entanto, faltava ao atleta o refinamento das técnicas. 
 
- Um professor da secretaria de esportes trouxe ele aqui e ele fez um teste comigo. A capacidade dele para o atletismo me surpreendeu e ele precisava treinar para a etapa nacional dos Jogos Escolares. Então a gente passou a trabalhar e eu ensinei as técnicas de atletismo a ele. Desde então, ele tem crescido e, nesta paralimpíada, ele não deu nem 50% do que ele pode fazer nas pistas de atletismo – afirmou o técnico de Petrúcio.
 
Mesmo, na opinião do seu treinador, sem ter dado toda sua capacidade nas pista da Paralimpíada, Petrúcio vai voltar para a Paraíba com conquistas importantes para sua carreira. Ele voou em sua primeira prova na competição e conquistou o ouro nos 100m da categoria t47, para atletas com amputação abaixou do cotovelo. Ele também baixou o recorde mundial, que durava desde de 1992, da prova para 10s57.
 
 
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