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Campinense quer apagar fiasco de 2015 e seguir vivo na Série D

Raposa só precisa de um empate com o Globo FC neste domingo.



Junot Lacet Filho
Junot Lacet Filho
Em 2015, após uma grande primeira fase, a Raposa caiu diante do Operário

O Campinense entra em campo neste domingo (31) para decidir sua classificação para a próxima fase da Série D do Campeonato Brasileiro. A Raposa precisa apenas de um empate diante do Globo FC do Rio Grande do Norte para seguir avançando na competição nacional e lutando pelo acesso à terceira divisão nacional do próximo ano. Mas o torcedor raposeiro, confiante no time comandado pelo treinador Paulo Moroni que iniciou a competição oscilando, ainda tem na mente a decepção com a eliminação precoce na Série D do ano passado, onde o Rubro-Negro fez uma primeira fase quase que irretocável, mas acabou caindo no primeiro mata-mata.

Em 2015, quando a competição tinha uma quantidade menor de clubes em relação à deste ano, o Campinense estava no Grupo A3, junto com Coruripe de Alagoas, Colo Colo da Bahia, Serra Talhada de Pernambuco e o próprio Globo FC, adversário deste domingo. A trajetória foi iniciada com uma vitória por 2 a 0 diante dos potiguares, dentro de casa. Em seguida, a Raposa empatou fora de casa em 0 a 0 com o Colo Colo, venceu o Serra Talhada dentro de casa por 1 a 0, empatou com o Coruripe fora de casa por 1 a 1, depois venceu o mesmo Coruripe, no Amigão, por 3 a 1, e sua única derrota aconteceu diante do Serra Talhada por 1 a 0, no Sertão de Pernambuco.

Em seguida, o Rubro-Negro de Campina Grande voltou a encarar o time baiano, dessa vez diante do seu torcedor, e com um 3 a 1 assegurou a classificação e o primeiro lugar do grupo para a próxima fase da quarta divisão. A última partida da primeira fase, quando a Raposa já estava classificada, foi novamente contra o Globo FC, dessa vez no Rio Grande do Norte, que acabou com uma derrota por 1 a 0, fato que não influenciou muito a vida da equipe, até então comandada por Francisco Diá.

Só que já nas oitavas de final começaram os problemas do Campinense. A equipe enfrentou o Operário do Paraná, que tinha em seu elenco o meia Doda, hoje camisa 10 da Raposa, e o treinador Itamar Shülle, hoje comandante do rival Botafogo-PB. Na primeira partida, bem longe de Campina Grande, um bom desempenho e empate em 1 a 1 na bagagem, o que não foi encarado como um resultado negativo. Na volta, novo empate em 1 a 1 e decisão por pênaltis. A Raposa acabou sucumbindo diante do adversário, numa disputa onde o hoje artilheiro do Brasil, o atacante Rodrigão, desperdiçou sua cobrança e onde a decepção tomou conta do Estádio Amigão.

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