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Magnano lamenta lesões, mas Brasil desembarca confiante em Istambul

Delegação chega à Turquia para o Mundial, que começa neste sábado.



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Marcelinho, Varejão e Huertas no desembarque

Do Globoesporte.com

JP Batista foi o último a chegar ao grupo, mas o primeiro a cruzar a porta no desembarque da seleção brasileira em Istambul. O voo, vindo de Lyon, atrasou 15 minutos, mas foi preciso quase uma hora para que todos saíssem e caminhassem até o ônibus. Foram quase 40 metros de passos apressados e sorrisos nos rostos. Nem mesmo os problemas de lesões, que têm dado tanta dor de cabeça para Rubén Magnano, foram capazes de tirar o ânimo do treinador com relação à campanha do Brasil no Mundial.

Durante a fase de preparação, o efeito dominó foi derrubando alguns de seus principais jogadores. Nenê tratou as lesões nos dois tendões de Aquiles, mas acabou voltando a sentir dores no dia em que voltou a quadra. Foi cortado e substituído por JP. Tiago Splitter teve um problema na coxa; Marcelinho Huertas, uma tendinite no joelho; Anderson Varejão se recuperou de uma lombalgia e, logo em seguida, no amistoso contra a Espanha, machucou o tornozelo. A entorse foi considerada leve e fez o ala-pivô respirar aliviado. Só que a dor voltou a dar sinal, e ele teve de deixar o jogo contra a França, nesta terça.

– Ter gente machucada foi um denominador comum. E é claro que isso retarda um pouco a preparação. E o maior problema foi ter jogadores sempre da mesma posição (pivôs) machucados. Tínhamos de tratar de buscar o melhor de acordo com a estrutura tática. Mas não se pode desanimar nunca diante do pior ou antes de entrar num campeonato. Em nenhum momento senti isso. E eu sigo esperando a mesma coisa: que todos joguem juntos, como uma equipe – disse o treinador.

Quando teve o time praticamente completo, Magnano ficou satisfeito com o que viu. Depois de perder o primeiro jogo para a França, venceu o segundo pelo que considerou uma boa diferença no placar. O campeão olímpico evita falar sobre o que foi bom e o que ainda pode ser melhorado até a estreia no próximo sábado, contra o Irã.

Magnano acredita que ainda há tempo para aprimorar mais detalhes que faltam para que a seleção se apresente bem. E espera poder contar com a pronta recuperação de Varejão.

– Com a equipe inteira, nessa última partida, fomos muito melhor. Mas ainda há gente machucada. Anderson sente dores no tornozelo. Para o campeonato é o que digo sempre: temos que melhorar todos os dias – afirmou Magnano, que nesta quinta-feira já comanda os treinos na terra do Mundial.

 


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