Economia e Negócios

Paraíba tem menor taxa do Norte/Nordeste na geração de novas empresas, segundo IBGE

Em 2017, estado tinha 52.790 empresas ativas, que ocupavam 332.305 pessoas assalariadas.




engenharia, arquitetura e construção crescimento imobiliário (Foto: Francisco França/Arquivo)

Foto: Francisco França/Arquivo

A Paraíba continha, em 2017, um total de 52.790 empresas ativas, que ocupavam 332.305 pessoas assalariadas, com salário médio de R$ 1,8 mil. Além disso, do total das empresas ativas, 44.520 eram sobreviventes, uma taxa de 84,3%, a melhor do Norte e Nordeste. Em contrapartida, a Paraíba obteve o pior resultado quanto à taxa de entradas de novas unidades locais. Foram 8.270 (15,7%), o pior resultado do Nordeste, mas melhor do que as taxas dos estados do Sudeste e do Sul.

Os dados fazem parte do Estudo Demografia das Empresas e Empreendedorismo 2017, divulgado  pelo Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) nesta quinta-feira (17). A publicação compreende um estudo sobre o recorte das entidades empresariais no Cadastro Central de Empresas (Cempre).

Ainda segundo o estudo, em 2017, houve um total de 8.268 saídas de empresas, o que corresponde a uma taxa de 15,7%, a segunda melhor do Norte e Nordeste, perdendo apenas para o Piauí, onde a taxa de saídas de novas unidades ficou em 13,6%.

Das 52.790 unidades locais na Paraíba, em 2017, a maioria era na área de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (28.118), seguido do setor de Indústrias de transformação (4.142) e da Construção (3.697). As três áreas eram também a que impulsionava o maior número de pessoal assalariado ocupado: Comércio (99.879), Indústrias (69.270) e Construção (26.258).

Alto crescimento e gazelas

O estudo do IBGE levantou, ainda, que a Paraíba tem 526 unidades locais de empresas de alto crescimento, estando nelas 23.318 pessoas assalariadas ocupadas, com salário médio de R$ 1,6 mil. A maioria das empresas de alto crescimento são na área de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (214) e na construção (56).

Já de empresas de gazelas são 29 unidades locais, sendo 1.783 pessoas ocupadas assalariadas, com salário médio de R$ 1,4 mil. A maioria são da área da construção (9) e de atividades administrativas e serviços complementares (6).

João Pessoa

O estudo do IBGE também detalhou a situação das Empresas e Empreendedorismo nas capitais. João Pessoa tinha, em 2017, um total de 16.619 unidades locais, que empregavam 136.108 pessoas assalariadas, com salário médio de R$ 1,8 mil.

Assim como no cenário estadualizado, a maior parte das empresas eram na área do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (6.884), seguido pela Construção (1.779) e Alojamento e alimentação (1.349). Em relação ao pessoal ocupado assalariado em João Pessoa, a maioria estava empregada na também estava área do Comércio (36.615), seguido do Atividades administrativas e serviços complementares (16.387) e Construção (14.650).


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