Economia e Negócios

Paraíba tem variação negativa de 6,4% nas vendas do comércio, diz IBGE

Comércio varejista ampliado também apresentou variação negativa de 4,9%




Foto: Junot Lacet Filho

O comércio varejista da Paraíba apresentou uma variação negativa de 6,4%  nas vendas durante o mês de setembro deste ano, conforme dados da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgados nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Outros 15 estados brasileiros também apresentaram queda nas vendas, sendo a Paraíba o estado com maior destaque negativo na série com ajuste sazonal.

De acordo com o IBGE, a Paraíba também foi o estado que apresentou maior variação negativa (4,9%) quando são comparados os desempenhos entre os meses de agosto e setembro de 2018 do comércio varejista ampliado. Nacionalmente a queda foi de -1,5%, com 8 das 27 Unidades da Federação mostrando queda nas vendas nessa mesma comparação.  A pesquisa completa pode ser conferida no site do IBGE.

A pesquisa do IBGE pesquisou oito atividades comerciais, sendo que seis delas apresentaram resultado negativo:

  1. Combustíveis e lubrificantes;
  2. Supermercados, hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo;
  3. Vestuário, calçados e tecidos;
  4. Móveis e eletrodomésticos;
  5. Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos;
  6. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação;
  7. Livros, jornais, revistas e papelaria;
  8. Outros artigos de uso pessoal e doméstico.

Variação nacional

O comércio varejista nacional caiu 1,3% frente a agosto, na série com ajuste sazonal, após avanço de 2,0% em agosto. Com isso, a evolução do índice de média móvel trimestral para o varejo mostrou redução de ritmo ao sair de 0,5% no trimestre encerrado em agosto para 0,1% no trimestre encerrado em setembro.

Comércio varejista ampliado

Nacionalmente, considerando o comércio varejista ampliado, o volume de vendas em setembro caiu 1,5% frente a agosto de 2018, na série com ajuste sazonal, compensando, em parte, o aumento de 4,2% do mês anterior. Para essa mesma comparação, Veículos, motos, partes e peças mostrou estabilidade (-0,1%), enquanto Material de construção registrou queda de 1,7%, ambos, respectivamente, após avanços de 5,5% e 3,4% registrados no mês anterior.

 


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