Economia e Negócios

Desempenho atrelado à classe C

Aumento do poder de compra da classe C gera maior demanda para microempresas, que para atender os clientes contrata funcionários.




A gerente da Unidade Estratégia do Sebrae Paraíba, Ivani Costa, comentou que o crescimento das vagas de emprego nas micro e pequenas empresas, mesmo diante do panorama em que as grandes reduziram a quantidade de funcionários, está diretamente atrelado à melhoria de renda da classe C.

“A maior demanda das micro e pequenas empresas vem da classe C, que aumentou o poder de compra nos últimos anos.

Percebemos que muitos dos micro e pequenos negócios atuam em áreas que ainda têm a demanda muito aquecida, como, por exemplo, o setor de varejo ligado à confecção e aos mercadinhos, que continuam vendendo bem em demanda por essa classe, que cresceu de tamanho em relação às outras classes sociais”, avaliou.

Para efeito de classificação, o Sebrae considera como micro e pequenas empresas aquelas que possuem até 99 empregados.

As empresas que possuem entre 5 e 19 funcionários tiveram uma redução de 820 postos formais no trimestre. Já as que possuem entre 20 e 99 empregados tiveram um saldo negativo de 535 postos.

No país, no primeiro trimestre do ano, as micro e pequenas empresas geraram 87,9 mil novas vagas de trabalho, o que representa 78,7% do total de empregos criados no país no período (111,7 mil vagas).

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) considera como micro e pequenas empresas aquelas que têm um número máximo de 49 funcionários, nos setores de comércio e serviços, e de 99 de trabalhadores, na indústria.
 


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