Cultura

Machado de Assis é assunto amanhã no Zarinha Centro de Cultura

Relação entre obra Machadiana e direito é tema de palestra da professora Onélia Queiroga no Zarinha Centro de Cultura.




Que Machado de Assis foi um dos maiores prosadores da literatura universal, isso ninguém duvida. O que talvez nem o próprio Machado suspeitava era que, postumamente, como as memórias de Brás Cubas, sua obra renderia tecido para tantos panos: dos aventais dos cozinheiros às togas dos juízes.

O autor que, este ano, deu um Jabuti a Rosa Belluzo com Machado de Assis: Relíquias Culinárias (Editora Unesp, 156 páginas, R$ 80,00), será assunto de palestra amanhã no Zarinha Centro de Cultura, em João Pessoa, conduzida pela professora Onélia Queiroga.

A ficção machadiana será lida pela ótica do Direito: "Em alguns de seus livros, Machado faz análise e críticas da legislação de 1890, examinando tipos legais, algo raro em um autor literário", explica Queiroga. "Cabe até uma questão filosófica: seria Machado um livre-arbitrista ou um determinista?", indaga a professora.


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