Cultura

Estudante da UEPB participa de festival de cinema em Los Angeles

Curta metragem "Amanda e Monick", premiado nacionalmente e produzido por André da Costa Pinto, está na programação do Los Angeles Brazilian Film Festival.



Arquivo UEPB
Arquivo UEPB
Estudante soma prêmios em festivais pelo Brasil

Da Redação
Com assessoria da UEPB

O cinema paraibano vem ultrapassando fronteiras, demonstrando todo potencial dos seus jovens talentos, como é o caso de André da Costa Pinto, roteirista e diretor do curta metragem "Amanda e Monick". O curta premiado nacionalmente agora ultrapassa as fronteiras do país, sendo selecionado para o Los Angeles Brazilian Film Festival, que acontece de 12 a 15 de março, na cidade de Los Angeles – EUA.

O documentário, que no último mês de janeiro, durante o Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual, foi eleito o melhor curta metragem digital produzido no Brasil durante o ano de 2008, já coleciona prêmios dos principais festivais de cinema do país, a exemplo de Melhor Curta Digital do Cine – PE 2008, Melhor Vídeo Digital do XXXI Cine Guarnicê, Prêmio de Visibilidade aos Direitos Humanos durante o XV Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, Menção Honrosa do Júri durante o Festival Audiovisual do Mercosul, dentre outros.

O Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF) tem como objetivo mostrar para a mais reconhecida casa de imagem-movimento da indústria no mundo, Hollywood, a arte e o talento dos cineastas brasileiros consagrados e dos jovens cineastas tidos como grandes apostas do cinema nacional.

Aos 23 anos de idade, André se prepara para realizar seu primeiro longa metragem, que será totalmente rodado na cidade de Campina Grande. O trabalho que tem como título "Tudo que Deus criou pensando em você" conta com o apoio total da Universidade Estadual da Paraíba e do Departamento de Comunicação e marca um importante momento do cinema campinense.

Segundo a assessoria de imprensa da UEPB, desde "O caso Carlota" rodado em 1982, com direção de Machado Bittencourt ,também jornalista e professor do curso de Comunicação, que não se produzia um longa em Campina Grande.


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